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Rio 2016

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Membros SBAIT atuarão nos Jogos Olímpicos Rio 2016 como voluntários

rio-2016_fnle3dci3sxf1tle78czlq1bjComeça nesta sexta-feira (5) os primeiros Jogos Olímpicos da América do Sul, reunindo mais de 11 mil atletas de 208 países disputando o ouro olímpico em 42 modalidades olímpicas.

O atendimento na área de saúde contará com a participação de membros da SBAIT, como voluntários, diretamente nas arenas de jogos.

A SBAIT , assim como fez na Copa do Mundo 2014, também está mobilizada para reunir seus associados em caso de  um evento com múltiplas vítimas.

“Estamos muito preocupados com a possibilidade de ocorrer um evento que envolva um grande número de vítimas e que a estrutura pública não tenha número suficiente de profissionais. Portanto, caso haja necessidade de aumentar o contingente de médicos disponíveis, os associados da SBAIT poderão se deslocar para o Rio de Janeiro para ajudar voluntariamente – disse José Mauro Rodrigues, vice-presidente da SBAIT .

Desejamos um excelente trabalho a todos os membros que atuarão nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Na mídia:

Médicos do setor privado atuarão como voluntários na Rio-2016 em caso de acidentes com várias vítimas  ( Portal Lance, 03/08/16)

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COMUNICADO SBAIT – Resposta médica durante os Jogos Olímpicos Rio 2016

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Os Jogos Olímpicos se aproximam e apesar da grande experiência do Rio de Janeiro na recepção de grandes eventos, existe a preocupação de todos com a resposta médica a possíveis agravos envolvendo um grande número de pessoas.

A SBAIT congrega profissionais qualificados para dar respostas a esses agravos, tanto no atendimento pré-hospitalar, quanto nos hospitais. Vários dos nossos associados estão envolvidos diretamente no planejamento ou estarão participando do atendimento durante os jogos.

Apesar dos recentes informes dos organizadores, dando conta da preparação do atendimento aos atletas e ao público dentro dos estádios e dos esforços dos demais envolvidos com a comunidade, os serviços públicos de saúde tem sido afetados pela crise econômica e política e muitos dos nossos colegas lutam diariamente para manter o mínimo de qualidade na assistência às emergências e ao trauma.

A SBAIT vai permanecer mobilizada durante os jogos, os nossos associados que, voluntariamente ou por conta de seus vínculos com os serviços de saúde, estarão no Rio de Janeiro, poderão contar com o apoio de todos os outros.

Diretoria SBAIT

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Marttos fala sobre a preparação na área da saúde para as Olimpíadas 2016

Apresentação foi tema de palestra durante o XXXI Congresso Brasileiro de Cirurgia

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Dr Antonio Marttos (EUA durante sua apresentação

No segundo dia da programação do XXXI Congresso Brasileiro de Cirurgia,  Dr Antonio Marttos ( EUA), membro honorário da SBAIT e médico do Comitê Olímpico Brasileiro compartilhou com os participantes do congresso pontos da preparação na área da saúde para as Olimpíadas 2016, a ser realizada no Rio de Janeiro.

A Olimpíada 2016 contará com 10903 atletas, de 205 países, 45000 voluntários, 25000 profissionais de mídia e 7000 membros de delegações . Já os Jogos Paralímpicos receberão 4350 atletas de 178 países, 25.000 voluntários, 7200 profissionais de mídia, 3000 membros de delegações e 1300 técnicos oficiais. Para atender a essa demanda, a área de saúde já está se preparando há alguns anos, visitando edições anteriores do evento, fazendo reuniões de planejamento e simulados.

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Antonio Marttos, Tércio de Campos e Daniel de Lima durante debate

Marttos explicou como o sistema de atendimento na área da saúde será implantado, envolvendo cada área de competição, em diferentes regiões da cidade. Cada hospital será responsável por diferentes grupos de clientes (Midia, atletas, turistas, etc.). Ao todo, os profissionais da saúde atenderão em 36 áreas de competições, 20 áreas de treinamento, na Vila Olímpica, nas 5 Vilas da mídia, nos hotéis da família olímpica e paralímpica e durante as cerimônias de abertura e encerramento.

A policlínica, localizada na Vila Olímpica, possuirá funcionará 24 horas como um centro multidisciplinar, similar a um pequeno hospital para oferecer cuidados médicos para todos os atletas e oficiais.

A área da saúde contará com aproximadamente 5000 voluntários durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, incluindo profissionais de medicina do esporte, cirurgia do trauma, enfermagem, odontologia, oftalmologia, fisioterapia.  90% dos médicos serão voluntários, trabalhando em diferentes papeis, na policlínica, no atendimento em campo, etc.

Marttos finalizou com uma mensagem de motivação para os presentes, ressaltando que, apesar de todo o complexo momento em que o país vive, que permitam-se serem contagiados pelo espírito olímpico. Para ele, a grande mensagem que fica do congresso, é que “nós podemos mais, nós temos que querer mais. Cada ser humano do Brasil merece mais. Os Jogos Olímpicos serão a oportunidade de mostrar ao mundo o que temos de melhor. Vamos deixar esse legado, mostrar aos governantes que na área de saúde nós queremos mais, podemos mais e vamos exigir mais”.

 

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Trauma e grandes eventos: estamos preparados? – um dos temas de destaque do II Congresso de Trauma do Rio de Janeiro

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Mesa-redonda: Grandes Eventos esportivos: Estamos preparados? Composta por Fernando Suarez (RJ), Luis Fernando Correa (RJ), José Alfredo Padilha ( RJ), Gustavo Fraga (SP), Rogerio Casemiro (RJ), Antonio Marttos (USA).

Os próximos eventos a serem realizados no Brasil nos próximos anos, como a Copa do Brasil (2014) e Jogos Olímpicos ( Rio 2016), já começam a mobilizar as equipes e responsáveis pelo atendimento de urgência e emergência, especialmente das cidades que receberão milhares de atletas e visitantes. O tema, muito relevante, foi um dos destaques que permeou a programação do II Congresso de Trauma do Rio de Janeiro, promovido pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC) e Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado (SBAIT – RJ), no Rio de janeiro  entre 06 a 09 de novembro de 2013.

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Luis Fernando Correa (SP): Copa das Confederações- Acertos e Erros

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Fernando Suarez (RJ): Copa do Mundo 2014

A mesa-redonda : Grandes eventos esportivos e o atendimento ao traumatizado – estamos preparados? Abordou de forma ampla o cenário atual e os desafios para os próximos anos. Planejamento e Organização para uma atuação eficiente no atendimento foram os pontos principais que permearam as apresentações dos convidados, como Fernando Suarez, do Corpo de Bombeiros do RJ, que ressaltou sua preocupação com a estrutura: “Será necessário distribuir os pacientes uniformemente, utilizando também a rede privada. Planejar, Coordenar e Atuar são pontos importantes para o sucesso do atendimento, que compreendem os treinamentos, planos de ação, as análises de risco. Suarez finaliza lembrando que a faculdade prepara para atender uma vítima, mas na catástrofe, o objetivo é salvar o maior número de vítimas”.

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Antonio Marttos (USA): Olimpíadas 2016: Como estaremos preparados?

Para Dr Gustavo Fraga, moderador da mesa redonda, “a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 deveriam deixar um legado para a população brasileira: O legado na área de Saúde, sendo este um excelente momento para avançar nessa área no país. Trauma é uma doença e tem prevenção. Para fazer a prevenção dos desastres que podem ocorrer durante os eventos, e também no dia a dia,  é necessário ter organização, logística e planejamento”. Para finalizar, Dr Gustavo ressaltou a importância da formação do cirurgião do trauma e da capacitação dos profissionais para o atendimento de urgência e emergência, especialmente a Residência Médica. Ainda há tempo de ampliar a formação desse profissional até os Jogos Olímpicos 2016, reforça.

A mesa-redonda contou ainda com a apresentação de Luis Fernando Correa , que abordou os acertos, erros e lições aprendidas com a Copa das Confederações, o primeiro grande evento nacional que já tivemos. Dr Antonio Marttos encerrou as apresentações citando os desafios que os Jogos Olímpicos Rio 2016 trará, uma vez que a previsão é receber cerca de 1 milhão e meio de visitantes, sendo 100.000 pessoas na organização, 70.000 voluntários, 10.500 atletas.  Para ele, “deveríamos ganhar medalha de ouro não apenas nos esportes, mas também em função dos atendimentos médicos”.

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SBAIT participa de Workshop de Serviços de Emergência para os Jogos Olímpicos Rio 2016

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crédito imagem: Secretaria de Saúde RJ

A Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado (SBAIT) foi indicada pelo Ministério da Saúde para participar do Workshop de Serviços de Emergência para os Jogos Olímpicos Rio 2016, realizado na última terça-feira, 29/10, no Rio de Janeiro. 

O Workshop contou com a presença do Comitê Olímpico Rio 2016, Comitê Olímpico Internacional (COI) e dos Jogos Olímpicos de Londres, que apresentaram aos participantes, uma visão geral sobre as experiências e lições aprendidas com os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2012, contribuindo com suas dicas, orientações e recomendações para o planejamento dos serviços de emergência para os Jogos Olímpicos Rio 2016, abordando especialmente os desafios que o Brasil poderá enfrentar e deverá estar preparado.

O presidente do Comitê Olímpico Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, participou da abertura do Workshop, que teve como coordenador o Dr. João A. Grangeiro responsável pelos serviços médicos do Comitê Organizador Local Rio 2016. Também participaram representantes das Secretarias Municipal e Estadual de Saúde e do Corpo de Bombeiros. A Dra. Ana Lúcia Neves, subsecretária de Unidades Próprias da Secretaria de Estado de Saúde, afirmou que “a antecedência do planejamento é fundamental para obter o resultado esperado e as esferas do governo municipal, estadual e federal estão trabalhando juntos para organizar a parte da saúde nas Olimpíadas” .

Para Dr. Gustavo P. Fraga, presidente da SBAIT, que esteve presente no Workshop, “Foi muito interessante ver como Londres organizou as equipes médicas de emergência, em parceria com os demais profissionais de saúde, para os Jogos Olímpicos de 2012. O Rio de Janeiro está no caminho certo, porém a SBAIT tem uma grande preocupação, pois a menos de três anos da Olimpíada no Rio, o Brasil ainda não tem um sistema bem estruturado de urgências, emergências e trauma. E o que mais preocupa é o fato de não termos recursos humanos adequadamente treinados, como por exemplo na área de medicina de emergência, em que no Reino Unido existem programas residência médica de 3 ou 4 anos de duração, além de treinamento de mais um ano em pré hospitalar. E um grande risco que teremos será a Copa do Mundo no ano que vem, em 12 diferentes cidades, com a FIFA determinando as regras de atendimento nos estádios, em alguns locais sem o envolvimento do SAMU e Corpo de Bombeiros, o que pode ser trágico em casos de eventos com múltiplas vítimas. A SBAIT já vem alertando isso e pretende contribuir, junto com outras sociedades médicas, da área de saúde, e com as universidades, em um rápido planejamento que permita ajudar na prevenção e no tratamento adequado de eventuais vítimas durante esses grandes eventos”.

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Simulação de atendimento a paciente politraumatizado
crédito imagem: Secretaria de Saúde RJ

Visita

Os médicos representantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) também visitaram, na segunda-feira, (28/10), o Centro de Trauma do Hospital Estadual Alberto Torres e também outras unidades de saúde, como o Hospital Albert Schweitzer, além do Hospital de Campanha. A equipe assistiu a uma simulação de atendimento a paciente politraumatizado, que contou com a presença do Dr. Antonio Marttos, membro honorário da SBAIT .

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