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SBAIT

Plano Nacional de Catástrofes da SBAIT – Entenda como funciona e como participar

O Plano Nacional de Catástrofes da SBAIT foi acionado recentemente em razão do rompimento da barragem em Brumadinho/MG, que resultou em centenas de vítimas no dia 25 de janeiro. A última vez que o Plano havia sido acionado foi devido ao incêndio na Boate Kiss, em 27 de janeiro de 2013 (vide imagem acima, onde membros SBAIT participam da teleconferência ).  Entenda como funciona o Plano Nacional de Catástrofes da SBAIT e como participar:


Plano Nacional de Catástrofes da SBAIT

O Plano Nacional de Catástrofes da SBAIT consiste em uma mobilização nacional dos sócios da SBAIT, quando ocorrer uma catástrofe em algum local do país e, eventualmente, do mundo. Deste modo, abre-se uma linha de comunicação nacional entre os voluntários inscritos no programa.

O primeiro passo consiste na detecção de uma situação em que haja a necessidade do atendimento de múltiplas vítimas ou de vítimas críticas em situações específicas e que possa haver necessidade de discussão de casos clínicos, planejamento de estratégias e administração de ações.

Este plano será convocado pelo presidente ou, em sua ausência, pelo vice-presidente da SBAIT. A convocação será feita pelos contatos dos membros inscritos neste programa e pelas redes sociais. A partir daí, abre-se o canal de telemedicina. Atualmente, este canal tem sido disponibilizado em Miami (EUA), mas poderá ser feito de outras formas. O link deste canal será enviado aos sócios inscritos previamente neste Plano e àqueles que atenderem ao chamado das mídias sociais.

A partir desta comunicação estabelecida, deverá ser feito o diagnóstico da situação, estabelecendo a necessidade de recursos, tendo como base de Contato, preferencialmente, o membro da SBAIT no local da Catástrofe ou, caso não haja nenhum membro disponível, o cirurgião responsável no local.

Será então traçado um plano de auxílio, com voluntários presenciais, caso necessário, e apoio ininterrupto à distância, através da discussão de casos e de ações, com disponibilidade de auxílio internacional em uma rede de especialistas nas mais diversas áreas.

A centralização destas decisões será feita na rede aberta, sob a coordenação da SBAIT e a participação de seus sócios voluntários.

Para que se tenha agilidade no processo, encorajamos os membros que têm interesse em participar desta rede a se inscreverem previamente, para que a comunicação seja facilitada.

 

Tercio De Campos

Presidente – SBAIT

 

 

SBAIT

SBAIT aciona plano nacional de catástrofe para dar suporte a médicos envolvidos no atendimento às vítimas de Brumadinho

Entidade está em alerta e pode acionar, a qualquer momento, uma rede de troca de informações ou até deslocar ajuda para a cidade mineira

A SBAIT (Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado) acionou seu Plano Nacional de Catástrofes para dar apoio aos médicos envolvidos no atendimento às vítimas da tragédia que aconteceu em Brumadinho (MG). Cirurgiões do trauma da entidade estão de prontidão para ajudar com conhecimento e até presencialmente, caso haja necessidade.

Através do Plano Nacional de Catástrofes, fica aberta a rede nacional de telemedicina para troca de informações entre os envolvidos e a diretoria da sociedade, com planejamento de estratégias e administração das ações. “Já acionamos a rede de teleconferência em Miami (EUA) e, se houver necessidade, em pouco tempo, conseguimos mobilizar cirurgiões de vários locais do País e do mundo para troca de experiência. Muitos, inclusive, já viveram e coordenaram situações que envolvem múltiplas vítimas”, explica o presidente da SBAIT, Tércio de Campos.

Uma ação semelhante foi realizada quando houve o incêndio da Boate Kiss, que, em 2013, matou 242 pessoas e deixou outras 680 feridas, na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. “Na ocasião, médicos do mundo todo se reuniram, através da telemedicina, para ajudar na melhor forma de atendimento às vítimas. A experiência de todos contribuiu demais”, comenta Campos.

De acordo com ele, é muito importante ter uma estrutura montada em situações como esta. “Catástrofes precisam ser bem administradas para minimizar ao máximo o impacto delas e para garantir o melhor atendimento possível às vítimas. Nós temos membros da SBAIT atuando diretamente no atendimento médico às vítimas e também estamos com um grupo montado, via aplicativo, com cirurgiões em alerta e dispostos a oferecer todo suporte necessário, seja à distância ou pessoalmente”, afirma.

A barragem, da mineradora Vale, se rompeu no início da tarde desta segunda-feira e causou uma avalanche de lama e rejeitos de minério de ferro. Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de 200 pessoas estão desaparecidas. “A SBAIT se solidariza com as vítimas dessa tragédia e seus familiares. E apoia todos os profissionais envolvidos no resgate e no atendimento das pessoas envolvidas nessa situação tão triste”, destaca o presidente da SBAIT.

Sobre a SBAIT
A SBAIT (Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado) é uma entidade médica, que reúne cirurgiões do Trauma de todo o país. Esses profissionais são responsáveis pelo atendimento de qualquer tipo de trauma, ou seja, lesão causada por um fator externo, como catástrofe, violência e ocorrências de trânsito.

Informações à imprensa:
Capovilla Comunicação
Patrícia Capovilla
(19) 99284-1970

 

*Crédito imagem: Veja

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Comunicado SBAIT – Tragédia em Brumadinho/MG

A SBAIT se solidariza com

as vítimas do rompimento da barragem em Brumadinho/MG,

ocorrida nesta sexta-feira, 25/01, 

informa que acionou o

Plano Nacional de Catástrofes para

auxílio da assistência às vítimas e

apoio à equipe médica de Minas Gerais, 

centralizada no

Hospital João XXIII de Belo Horizonte.

SBAIT

SBAIT participa de reunião da Câmara Técnica de Urgência e Emergência em Brasília

SBAIT esteve representada na reunião. Crédito: CFM

Na última quarta-feira, 23/01/2019, foi realizado na sede do Conselho Federal de Medicina (CFM), em Brasília, a primeira reunião do ano da Câmara Técnica de Urgência e Emergência. Essa Câmara é coordenada pelo Dr. Mauro Luiz de Britto Ribeiro, e estava prevista a participação do senhor Ministro da Saúde, Dr. Henrique Mandetta, cuja participação teve de ser cancelada na véspera por motivos de demanda presidencial.

O Dr. Tércio De Campos, presidente da Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado (SBAIT), participou da reunião, assim como o Coordenador do Comitê de Educação, Dr. Gustavo P. Fraga, que é membro dessa Câmara. A reunião foi importante para as entidades médicas prepararem pautas para a reunião que será realizada no Ministério da Saúde, e além da SBAIT e CFM, estiveram presentes representantes da ABRAMEDE, AMIB, e outras entidades.

O Dr. Tércio apresentou as linhas de ação que são importante na opinião da SBAIT para melhorar a assistência ao traumatizado: investir em programas de prevenção; realizar a capacitação dos profissionais com cursos nacionais de imersão; ter um registro de trauma nos hospitais com maior demanda de atendimentos; e realizar a acreditação de centros de trauma dentro da linha de cuidados ao trauma.

Outros associados da SBAIT que são da Câmara Técnica e também participaram da reunião foram: Dr. Jorge C. M. Curi, Dr. Rodrigo Caselli Belém e Dr. Gérson Alves Pereira Jr.

APH

Imobilização no trauma: necessidade de discussões no Brasil

Há mais de 50 anos, o uso de dispositivos de imobilização é a conduta padrão no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) às vítimas de trauma em todo mundo, em especial o uso do colar cervical e da prancha longa. Os primeiros estudos que indicaram a imobilização de coluna foram publicados na década de 60, com a base teórica de prevenir lesões secundárias e evitar falhas no reconhecimento de lesões da coluna, levando em consideração o mecanismo do trauma. Nesta época, foram projetados os primeiros modelos de pranchas e rapidamente, os dispositivos e a prática de imobilização foram incorporados no APH. A prática se fortaleceu globalmente, seguindo a recomendação: “na suspeita de lesão de coluna, imobilize e na dúvida, imobilize”.

Os primeiros artigos sobre efeitos adversos do uso da prancha foram publicados na década de 80, relacionados essencialmente a quatro problemas: dor/desconforto, comprometimento respiratório, compressão de partes moles e ineficiência em garantir imobilização. Nos últimos 18 anos, houve uma discussão crescente com base na Medicina Baseada em Evidências, quanto a prática médica tradicionalmente estabelecida de imobilização no trauma. Estudos em trauma penetrante, mostraram efeitos adversos com o uso do colar cervical. Resultados também semelhantes em estudos de trauma fechado, que além dos efeitos adversos, não identificaram efeitos benéficos na evolução neurológica dos pacientes. Sugerindo que as lesões secundárias não seriam relacionadas com a falta de imobilização da coluna.

Recomendações com “imobilização seletiva” e “restrição da movimentação da coluna (RMC)” ganharam força e impulsionaram as discussões quanto às indicações, contraindicações, benefícios, desvantagens e aspectos técnicos de aplicação. Desde 2013, entidades como a americana National Association of EMS Physicians (NAEMSP) tem se posicionado com orientações sobre o uso de dispositivos de imobilização e sugerindo a diminuição do uso de prancha. Em 2018, junto com a NAEMSP, o Comitê de Trauma do Colégio Americano de Cirurgiões (ACS-COT) e o Colégio Americano de Médicos de Emergência, divulgaram um posicionamento quanto a pontos de consenso em relação ao uso de imobilização, como o uso da RMC e prancha longa.

Mais recentemente, estas discussões têm atraído interesse de diversos profissionais e serviços de APH no Brasil. A Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado (SBAIT) tem acompanhado estas discussões e através do seu Comitê de Pré-Hospitalar, se posiciona em favor do fortalecimento de uma análise crítica baseada em evidências científicas, mas também considerando todas as particularidades vivenciadas pelo modelo de atendimento ao trauma no Brasil. Neste sentido, a SBAIT realizará em fevereiro o I Fórum Nacional de Imobilização no Trauma, reunindo entidades e profissionais responsáveis em oferecer as melhores práticas ao paciente vítima de trauma. Em breve , mais informações.

 

Daniel Souza Lima

Comitê de Pré-Hospitalar da SBAIT

SBAIT

Confira os 15 benefícios do sócio SBAIT

E 2019 começou com muitas novidades para os sócios SBAIT.

Uma delas é o aumento de benefícios do associado.

Confira 15 benefícios de ser sócio da SBAIT:

Cursos:
1. Descontos na inscrição de cursos de capacitação e atualização, como: DSTC, USET e ADMR
2. Descontos para participação em Congressos da SBAIT (anos pares) e eventos apoiados pela mesma


Publicações:

3. Recebimento mensal do informativo eletrônico Espaço do Trauma,  numa parceria com a Revista Emergência
4. Recebimento bimestral da versão eletrônica da Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
5. Recebimento do periódico trimestral TRAUMA BoleTEAM, versão impressa e eletrônica
6. Recebimento mensal de seis artigos científicos, em pdf, via e-mail, do TRAUMA EM REVISTA
7. Recebimento por e-mail da Revista da Sociedade Pan-americana de Trauma (SPT)


Sociedades de Trauma:

8. Descontos para inscrição na prova de Título de Habilitação em Cirurgia do Trauma, em parceria com CBC e AMB
9. Descontos para filiação à Sociedade Panamericana de Trauma (SPT)
10. Acesso às reuniões para discussão de casos via Telemedicina da PTS (toda sexta-feira) e da SBAIT (na última quarta-feira do  mês).
11. Participação nos projetos de Prevenção da SBAIT, como P.A.R.T.Y., MAIO AMARELO, SALVANDO VIDAS, Dicas de Emergência, etc
12. Torna-se automaticamente membro da ALTEC (Associação Lusitana de Trauma Emergência Cirúrgica)
13. Canal aberto para uma rede de especialistas para discussão de condutas  e dúvidas de Trauma e Urgências Cirúrgicas não traumáticas
14. Kit sócio com certificado, carteirinha e pin da SBAIT
15. Participação no Plano Nacional de Catástrofes da SBAIT
Se você ainda não é sócio  SBAIT  aproveite e faça seu cadastro para obter todos esses benefícios:
Parceiros, Prevenção

Verão e férias : Os riscos de afogamentos em crianças.

No  Brasil, o afogamento é a segunda maior causa de morte acidental de crianças e adolescentes de zero a 14 anos, segundo dados do Ministério da Saúde.

O afogamento, segundo a ONG Criança Segura, parceira SBAIT, é um vilão ainda mais perigoso para as crianças de um a quatro anos de idade, pois é a causa número um de óbitos acidentais desse grupo etário.

Estamos em pleno verão, época em que os óbitos por afogamento tornam-se mais frequentes. Dessa forma, é importante ressaltar que a prevenção é a melhor forma de evitar os afogamentos. É importante que sempre haja um adulto supervisionando atentamente as crianças quando elas estão brincando perto da água de uma maneira geral, – seja na praia, no rio, na piscina, na piscininha, ou até mesmo na lavanderia ou no banheiro.

A ONG Criança Segura explica que crianças são mais vulneráveis a afogamentos. Devido a características próprias do desenvolvimento infantil, até os quatro anos de idade, meninas e meninos possuem coordenação motora limitada, pouca habilidade para reconhecer situações perigosas e reagir de maneira rápida e correta para se livrar delas. Além disso, possuem a cabeça proporcionalmente mais pesada que o resto do corpo, o que prejudica ainda mais seu equilíbrio e também dificulta que consigam se levantar sozinhos em caso de um tombo.

Sendo assim, se uma criança dessa faixa etária cai com seu rosto dentro de um recipiente qualquer com até 3 dedos de água (balde, bacia, vaso sanitário etc.), ela muito provavelmente não conseguirá se levantar sozinha, nem mesmo terá força suficiente para apenas erguer o tronco e tirar nariz e boca da água para que possa respirar.

Em apenas dois minutos submersa, a criança perde a consciência. Após quatro minutos embaixo d’água, danos irreversíveis ao cérebro podem ocorrer. Por isso, não é recomendado deixar uma criança sozinha enquanto ela está brincando com água ou tomando banho nem mesmo para atender ao telefone ou pegar uma toalha. Em caso de afogamento, todo segundo conta na hora de prestar socorro à vítima.

A ONG Criança Segura recomenda, especialmente para pais e responsáveis:

  • que nunca deixem crianças sozinhas brincando quando estiverem dentro ou próximas da água, nem por um segundo. Nessas situações, é importante garantir que um adulto estará as supervisionando de forma ativa e constante o tempo todo.  
  • É preciso que os adultos se articulem e combinem formas de sempre terem a certeza que pelo menos um responsável estará totalmente atento às crianças. Caso essa pessoa queira descansar ou precise se ausentar do local por qualquer motivo, ele precisa passar sua função de cuidador para outro adulto.
  • E atenção especial também às crianças que já sabem nadar ou que praticam natação, elas também podem estar sujeitas ao afogamento.

 

Outras dicas de prevenção em ambientes aquáticos:

  • Ensine as crianças que nadar sozinhas, sem ninguém por perto, é perigoso;
  • O colete salva-vidas é o equipamento mais seguro para evitar afogamentos. Boias e outros equipamentos infláveis passam uma falsa segurança, mas podem estourar ou virar a qualquer momento;
  • Tenha um telefone próximo à área de lazer e o número do atendimento de emergência sempre visível (SAMU: 192; Corpo de Bombeiros: 193);
  • Crianças devem aprender a nadar com instrutores qualificados ou em escolas de natação especializadas. Se os pais ou responsáveis não sabem nadar, devem aprender também;
  • Fique atento! Crianças pequenas podem se afogar em qualquer recipiente com mais de 2,5 cm de água ou outros líquidos, seja uma banheira, pia, vaso sanitário, balde, piscina, praia ou rio;
  • Ensine as crianças a não correr, empurrar, pular em outras crianças ou simular que estão se afogando quando estiverem na piscina, lago, rio ou mar.

Piscina

  • Piscinas devem ser protegidas com cercas de no mínimo 1,5 m de altura e portões com cadeados ou trava de segurança. Atenção! Alarmes e capas de piscina garantem mais proteção, mas não eliminam o risco de acidentes;
  • Evite deixar brinquedos e outros atrativos próximos à piscina e reservatórios de água.

Águas naturais

  • Tenha certeza que as crianças estão nadando em áreas seguras de rios, lagos, praias e represas;
  • Ensine as crianças a respeitarem as placas de proibição nas praias, os guarda-vidas e a verificarem as condições das águas abertas.

Ambiente doméstico

  • Depois do uso, mantenha vazios, virados para baixo e fora do alcance das crianças baldes, bacias, banheiras e piscinas infantis;
  • Deixe a porta do banheiro e da lavanderia fechada ou trancada por fora e mantenha a tampa do vaso sanitário baixada (se possível, lacrada com um dispositivo de segurança);
  • Mantenha cisternas, tonéis, poços e outros reservatórios domésticos sempre trancados.

Outras informações e orientações podem ser conferidas no site da ONG Criança Segura,  que está com inscrições abertas para seus cursos “Familiares e Responsáveis” e “Trânsito”, totalmente online e gratuitos. Informações: https://criancasegura.org.br

SBAIT

Entidades se reúnem para traçar ações conjuntas para o atendimento ao traumatizado

Presidente da SBAIT, Dr Tercio de Campos

Na última terça-feira, 09 de janeiro, representantes da Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado (SBAIT), do Capítulo Brasileiro do American College Of Surgeons (ACS),  do Comitê de Trauma do ACS e do Comitê de Trauma Brasileiro (BCOT),  reuniram-se para traçar ações conjuntas para organizar o atendimento aos pacientes traumatizados.

Durante a reunião foi elaborado  o planejamento das ações, além do treinamento do atendimento, tratamento, prevenção e pesquisa. Dessa forma os cirurgiões, residentes e estudantes poderão se organizar em todo o país com as diretrizes e orientação das entidades.

Ficou definido ainda que o CBC, a SBAIT e o BCOT, desenvolverão e assinarão os protocolos de ações conjuntas, onde o Colégio Brasileiro de Cirurgiões tem o papel fundamental de facilitador e apoiador dos projetos de Trauma, trabalhando junto ao Governo e Associações Médicas representativas, a SBAIT como a legítima sociedade que defende e representa o Trauma no Brasil, desenvolvendo e difundindo projetos de Trauma e prevenção, e o BCOT como representante dos cursos do American College of Surgeons, com a missão de expandir e facilitar a realização destes cursos, trabalhando em conjunto com a SBAIT.

Dr. Tercio de Campos, presidente da SBAIT foi um dos participantes da reunião, que contou também com a presença de  membros SBAIT representando o Comitê de Trauma do CBC: Dr. Sizenando Vieira Starling, Dr. Helio Machado Vieira Junior, Dr.  José Mauro da Silva Rodrigues (ex-presidente da SBAIT), Dr. Marcelo Augusto Ribeiro e Dr. Diogo Garcia (Comitê de Trauma do ACS).

A reunião ocorreu na sede do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC), no Rio de janeiro (RJ) e foi organizada pelo CBC, através da Comissão Permanente de Trauma.

 

Crédito Imagens: Colégio Brasileiro de Cirurgiões ( CBC)

SBAIT

Novo presidente da SBAIT fala sobre os “Desafios e oportunidades para os próximos dois anos”

Presidir a SBAIT nos próximos dois anos é uma grande honra e também um grande desafio, por toda sua luta histórica, repleta de garra, desde sua fundação. A responsabilidade é enorme! Que só poderá ser enfrentada com o apoio de todos os sócios. Manifestações de apoio não faltaram, o que me encoraja para um dos maiores desafios de minha carreira. Pretendo, juntamente com os membros da chapa e das comissões, fazer o melhor.

Alguns pontos considero os mais importantes, dentre muitos.

Dr Tércio de Campos (SP), presidente SBAIT 2019/2020

O primeiro é aumentar o número de sócios, para que nossa sociedade seja mais representativa e ganhe força frente às outras entidades médicas. Algumas ações podem auxiliar nesta expansão, como o oferecimento, de modo claro, de um pacote de benefícios para que seja atrativo ser membro da SBAIT. Outra ação é a participação de eventos nos diversos lugares de nosso país, desde interior do Rio Grande do Sul até o Amapá. Temos um potencial enorme para desenvolver. E o foco no aluno de medicina, no residente e no jovem cirurgião deve ser definido como um dos objetivos. A tecnologia nos auxiliará, facilitando as maneiras de associação, continuando o desenvolvimento iniciado nos últimos anos.

O relacionamento harmônico com outras sociedades considero como um ponto de grande importância. O Colégio Brasileiro de Cirurgiões, a Sociedade Pan-americana de Trauma, o American College of Surgeons, a European Society for Trauma & Emergency Surgery e a Associação Lusitana de Trauma e Emergência Cirúrgica são nossas principais referências na projeção do Trauma no Brasil e no mundo, com benefícios para todos. Os laços devem ser apertados.

Outro ponto relevante é o envolvimento em todos os cursos relacionado ao trauma. Desde cursos que surgiram graças ao empenho da SBAIT, como o DSTC, dentre outros, até o vínculo do ATLS à sociedade, algo que será benéfico para todos: sociedade, ATLS, alunos e instrutores. Os cursos terão papel fundamental nos próximos anos. As urgências não traumáticas deverão também ser abordadas. O aumento não planejado de escolas médicas e de vagas de medicina, sem o aumento proporcional de vagas de residência médica, deixará uma lacuna óbvia de aprendizado que deverá ser suprida, preferencialmente, por sociedades médicas responsáveis, que visam a educação como um benefício maior para a população. O vínculo de cursos a sociedades traz credibilidade para todos, além de promover a sociedade.

O registro de trauma tem também um papel fundamental. Só através do registro de trauma será possível obter dados sólidos e confiáveis sobre o trauma no país, com inúmeros benefícios para todos, tais como publicações científicas, proposição de políticas de saúde, comparação com dados de outros países, propostas de prevenção, além de termos o diagnóstico preciso do trauma em nosso país. E trabalharemos por isto com as pessoas que têm lutado muito nos últimos anos por esta causa.

A acreditação de hospitais e centros de trauma é outra importante ação para a afirmação da sociedade como um órgão responsável, que cuidará do trauma no país. A certificação de trauma, iniciada na gestão atual, deve ser continuada e disseminada, pois poderemos ter um grupo diferenciado de cirurgiões habilitados em trauma, que é a semente necessária para a afirmação da especialidade trauma no país e consequente melhor treinamento do residente que cuidará do trauma, com a formação de dois anos na especialidade.

E outro ponto de grande importância é o desenvolvimento de ações de prevenção ao trauma. Nitidamente, as ações de prevenção têm um impacto significativo para salvar vidas de milhares de jovens. O Maio Amarelo tem sido um marco da SBAIT, mês em que ações de prevenção têm sido disseminadas em todo o país. O espaço para a expansão destas ações é imenso, e é a melhor maneira de colocar a SBAIT na mídia. A marca SBAIT deve ser expandida para que possa ser mais valorizada.

A parte científica já tem duas ações programadas. A primeira é o Intergastro & Trauma, evento que ocorrerá em Campinas em maio de 2019, onde a SBAIT tem participado de modo ativo nos últimos anos como uma das apoiadoras do evento. Nesta ocasião, ocorrerá a posse festiva da próxima diretoria, que, na prática, inicia sua gestão em janeiro de 2019. O outro grande evento ocorrerá em novembro de 2020, com o Congresso da SBAIT associado ao Congresso Pan-americano de Trauma e Congresso Brasileiro das Ligas de Trauma. Este evento será realizado em São Paulo, com a expectativa de ser mais um marco para a SBAIT, assim como têm sido os últimos congressos.

Este projeto descrito acima não será construído em dois anos. Ele tem sido desenvolvido durante a última década, que tive o privilégio de acompanhar de perto. Tenho muito orgulho e felicidade de poder contar com o apoio dos presidentes da SBAIT e de seus fervorosos sócios, pois só há sentido nas ações em uma sociedade como a nossa, quando há harmonia e continuidade de projetos, que espero honrar, para o benefício de todos.

 

Dr. Tércio de Campos
Presidente  SBAIT

*Editorial Trauma BoleTEAM edição 23, dez/18

 

SBAIT

Novo presidente da SBAIT anuncia nova diretoria (Gestão 2019/2020)

A partir de janeiro de 2019 assume a nova diretoria da SBAIT, gestão 2019/2020, com presidência do Dr Tércio de Campos (SP), eleita durante o  XIII Congresso SBAIT e XX CoLT, realizado em agosto de 2018 em Curitiba/PR.

A nova diretoria é composta por:

Presidente – Dr Tércio de Campos (SP)
1º vice-presidente – Dr. Amauri Clemente da Rocha
2º vice-presidente – Dr. Rogério Fett Schneider
Secretário geral – Dr. Marcelo Augusto Fontenelle Ribeiro
1º secretário – Dr. Fábio Henrique de Carvalho
2º secretário – Dr. Hélio Machado Vieira Jr
1º tesoureiro – Dr. Bruno Monteiro Tavares Pereira
2º tesoureiro – Dr. Lívio José Suretti Pires
Conselho Fiscal: André Gusmão (BA), Carlos Alberto Fagundes (ES), Sizenando Starling (MG), Sandro Scarpelini (SP) e Carlos Otávio Corso (RS).


Coordenadores dos Comitês
:

Pré-Hospitalar – Dr. Daniel Souza Lima (CE)
Educação – Dr Gustavo P. Fraga (SP)
Desastres- Dr André Gusmão (BA)
Qualidade e Registro de Trauma – José Gustavo Parreira (SP)
Prevenção – Danilo Stanzani (SP)
Acreditação –Dr. Edivaldo Massaro Utiyama (SP)
Ligas do Trauma -Thiago Rodrigues A. Calderan (SP)

A posse festiva será realizada durante o evento Campinas 2019, a ser realizado em Campinas/SP de 30 de maio a 01 de junho.

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