O engessamento da grade curricular dos cursos de graduação do país, especialmente de medicina, ficou claro com o lançamento do programa federal Ciência sem Fronteiras, que tem o objetivo de enviar 100 mil alunos ao exterior até 2014. Cerca de metade já viajou pelo programa.

No caso específico de medicina, os alunos do programa federal que foram para o exterior encontraram um modelo de grade que permite a escolha das disciplinas que se pretende cursar, bem diferente do modelo brasileiro.

As universidades brasileiras precisam repensar sua grade curricular rígida, que não permite que os alunos façam opções, e seu formato de aulas expositivas em período integral se quiserem competir internacionalmente com outras instituições.

Confira a matéria na íntegra:

Engessada, grade curricular no Brasil deveria ser repensada – Folha de SP