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SBAIT orienta como agir em caso de ocorrências de trânsito

resgateAo acionar um serviço de resgate, é importante que a pessoa tenha em mãos informações decisivas para um bom atendimento

A SBAIT está divulgando uma série de orientações para que as pessoas saibam como agir, ao acionarem um serviço de resgate para atendimento de uma ocorrência de trânsito com vítima. Informações passadas corretamente ao atendente facilitam e agilizam o atendimento e, consequentemente, a chegada do socorro.

Ao se deparar com uma ocorrência de trânsito com vítima, o primeiro passo é ficar em segurança e verificar se as vítimas estão em segurança também. A partir disso, é necessário solicitar um serviço de resgate.  O número mais comum para este tipo do atendimento é o do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) – 192. Outros números úteis são o 193 (Corpo de Bombeiros) e o da Polícia Militar (190).

O atendente vai solicitar uma série de informações e, para agilizar este atendimento, é muito importante que você tenha em mãos: o endereço correto do local da ocorrência, se há algum tipo de vazamento de combustível, se há alguém preso nas ferragens, quantas vítimas são (e se há crianças entre elas), se há vítimas andando, se estão conscientes ou inconscientes.

“Quanto mais fiel à cena da ocorrência for a informação passada ao serviço, melhor será o atendimento. O número de viaturas, o tipo de viatura… tudo isso depende muito do estado das vítimas. Com uma checagem rápida no local, qualquer pessoa pode passar informações muito importantes para o serviço médico”, explica o coordenador do Comitê de Atendimento Pré-Hospitalar da SBAIT, Rodrigo Caselli.

É importante destacar que as vítimas, por mais que pareçam bem, só devem ser movidas por uma equipe médica, salvo no caso de estarem correndo algum risco, como serem atropeladas. Ainda assim, é importante comunicar ao atendente esta situação e seguir suas orientações. “O ideal, para evitar novas ocorrências, é sinalizar o local e, se for o caso, impedir a passagem de veículos”, reforça Caselli.

O presidente da SBAIT, Sandro Scarpelini, explica que, no calor da emoção e na pressa de acionar um resgate, as pessoas não fornecem informações necessárias. “Às vezes, em alguns segundos, você pode ter uma ideia geral da cena da ocorrência. Este pequeno tempo que parece estar atrasando o resgate certamente vai agilizar lá na frente. É preciso manter a calma em uma situação como esta”, frisa.

 

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Resgate da CCR AutoBAn promovendo novas metodologias de treinamento

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Grupo de profissionais reunido para instruções.

Em dezembro, colaboradores da concessionária participaram, em Brotas, no interior de São Paulo (235 km da capital), de treinamento especial de descida em corredeira – estratégia da concessionária de integrar várias técnicas de ensino, a partir das necessidades operacionais. Nesta atividade, os colaboradores realizam um cross training, nova forma de promover o conhecimento e liderança. “O programa de treinamento tem papel importante na concepção e análise de novas tecnologias de atendimento, propiciando inovação responsável e otimização de recursos”, diz o coordenador médico da CCR AutoBAn, José Antonio Coelho Júnior.

O treinamento se baseou nas técnicas do team building, que leva em consideração, a partir de atividades em ambientes externos, novas formas de promover a cooperação, sinergia e melhor comunicação entre as equipes. Esta metodologia também desenvolve a agilidade, flexibilidade, noções de dimensionamento espacial, sincronismo e a liderança. A atividade envolve ainda atendimento prático, simulado e técnicas especiais de resgate. “As atividades integrativas buscam potencializar a incorporação da matéria por meio da exploração de atividades coletivas fora do ambiente original de trabalho”, considera.

De acordo com o coordenador médico, as atividades buscam simular, a partir de um ambiente totalmente diferente do dia-a-dia dos colaboradores, as dificuldades encontradas na rotina operacional. “Em todas as dinâmicas os valores institucionais e o trabalho em equipe foram reforçados”.

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Resgate da vítima da simulação.

Vários exercícios foram feitos durante a descida das corredeiras. Após enfrentar o desafio do rafting, equipes participaram ainda de um simulado especial de um acidente com um veículo e uma vítima sobre a água.

O exercício simulou um atendimento em que a vítima, condutor de veiculo que colidiu contra objeto fixo, foi ejetada em nível de água (rio com profundidade de 1 metro e meio). A missão principal era proporcionar segurança para o atendimento, realizar exame primário (ABC do trauma), remover a vítima do rio utilizando material de salvamento em altura com técnica de tirolesa, realizar exame secundário em local seguro e passagem do caso para equipe de Suporte Avançado.

“As equipes realizaram a missão com agilidade, o que garantiu à vitima, atendimento em um Centro Especializado de Trauma em menos de uma hora, obedecendo o principio de Hora de Ouro preconizado pelo PHTLS (Pre Hospital Trauma Life Support) principal referência no assunto”, resumiu Gilmar Benedito de Souza, Enfermeiro Responsável.

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