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Campanha por trânsito mais seguro na Unicamp traz mensagens do Maio Amarelo

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Campanha por trânsito seguro na Unicamp.

A defesa de um trânsito mais seguro e do respeito às regras marcam a campanha de conscientização deflagrada na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Placas de orientação sobre o melhor comportamento do trânsito, com os logos do Movimento Maio Amarelo e do OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, estão espalhadas no campus da universidade.

Os alertas aos condutores de veículos, que foram colocados em toda a área da instituição no final do mês de setembro, reforçam a integração da Unicamp com a Semana Municipal de Trânsito de Campinas e foram adaptados, segundo conta Mariana Costa Bento Simões, da Prefeitura do Campus, a partir do material disponibilizado na página eletrônica do Movimento Maio Amarelo (www.maioamarelo.com).

Criado e coordenado pelo OBSERVATÓRIO, o Maio Amarelo visa ampliar a conscientização da sociedade pela redução do número elevado de mortes e de feridos graves em acidentes de trânsito nas vias e rodovias do Brasil e do mundo. O Movimento, em sua edição de 2016, abrangeu todos os estados brasileiros e 23 países nos cinco continentes.

De acordo com Mariana, manter o logo e utilizar as mensagens do Movimento é o modo de a Unicamp destacar seu apoio ao Maio Amarelo. Ela conta, também, que a necessidade de um trânsito mais seguro e humano é foco de campanhas constantes realizadas pela instituição de ensino. Trafegam diariamente pelo campus, na estimativa da Prefeitura da Unicamp, cerca de 40 mil veículos.
Realizamos constantemente campanhas com foco no trânsito aqui no Campus e sempre incluímos o logo do Maio Amarelo, reforçando nosso apoio ao movimento.

A Disciplina de Cirurgia do Trauma e a Liga do Trauma da Unicamp atuam continuamente em ações de prevenção de acidentes no trânsito. Segundo o Prof. Dr. Gustavo P. Fraga, coordenador da Disciplina e coordenador do Comitê de Prevenção da Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado (SBAIT), “ações como essa no campus da Unicamp são fundamentais para a mudança do comportamento de motoristas e pedestres, gerando um trânsito mais seguro e reduzindo o número de vítimas”. 

Fonte: http://www.onsv.org.br/ 

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Orientações para aproveitar as férias escolares com diversão e segurança

criancas-brincando-vertFérias escolares sempre devem inspiram maiores cuidados e atenção às crianças. A SBAIT alerta pais, familiares  e cuidadores para a maior probabilidade de ocorrências com crianças nesse período e que muitas vezes podem ser evitadas.

Segundo a ONG Criança Segura, “os acidentes são a principal causa de mortes de crianças e adolescentes de 1 a 14 anos, no Brasil. São cerca de 5 mil mortes e 137 mil hospitalizações anualmente. Médicos que atendem as crianças nos prontos-socorros relatam que em janeiro e julho aumentam os acidentes por quedas, trânsito, intoxicações e queimaduras. Então, como durante todo o ano, muita atenção com os ambientes que a criança brinca”

Assim, seguem orientações importantes para aproveitar as férias com diversão e segurança:

  • Com as crianças em casa, os pais devem redobrar os cuidados com facas e outros objetos que possam causar ferimentos.
  • Guarde os produtos químicos e tóxicos, como medicamentos, saneantes e venenos, no alto e de preferência trancados.
  • Sempre utilize cadeirinha de segurança no carro do tio, da avó, do amigo e no próprio, mesmo nos pequenos trajetos
  • Brincadeiras de empinar pipas e jogar bola, só em locais seguros e longe do trânsito e dos fios de alta tensão, como parques, praças e clubes.
  • Verifique se os brinquedos do parquinho estão em bom estado, com no máximo 1,5m de altura e um piso que amorteça a queda. Pode ser borracha, areia limpa ou grama fofa;
  • Se a criança ficar em colônia de férias ou acampamentos, sempre verifique quais os cuidados que os monitores têm para prevenir acidentes, se são capacitados para os primeiros socorros e a quantidade máxima de crianças, que não deve passar de 15 por monitor.

O mesmo cuidado deve ser tomado em hotéis, casas de parentes e amigos ou casas alugadas para temporadas. “As crianças são muito curiosas e não têm noção do perigo. Por isso, este tipo de objeto deve estar longe do alcance delas. É importante que os responsáveis façam uma vistoria no local para ver se não tem nada que ofereça perigo”, orienta o presidente da SBAIT, o médico Sandro Scarpelini.

O trânsito, um dos maiores causadores de ferimentos por trauma, é o local que merece maior atenção. “As dicas são as mesmas de sempre, mas é preciso segui-las. As pessoas têm a falsa impressão de que, com elas, não vai acontecer, mas acontece. Por isso, é fundamental não ingerir bebida alcoólica antes de dirigir, fazer manutenção no veículo, não dirigir com sono, não usar celular ao volante, seja para falar, ler ou passar uma mensagem de texto. Somos um dos países que mais matam no trânsito. Precisamos reverter essa situação e isso depende muito da conscientização do motorista”, destaca Scarpelini.

Ainda no trânsito, outro problema preocupante são os ciclistas. “O ciclista costuma estar muito vulnerável, já que nem sempre é respeitado nas ruas. Além disso, há o risco de queda. É fundamental que ele esteja com todos os equipamentos de segurança: capacete, joelheira, cotoveleira e luvas. E isso vale para crianças e adultos. À noite, é muito importante que a bicicleta seja vista, através de lanternas, roupas ou objetos refletores”.

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Festa Junina: Cuidados importantes no uso de fogos de artifício

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Estimativas apontam que uma em cada dez pessoas que mexem com fogos de artifício sofre algum tipo de acidente.

Em junho e julho a tradição das festas juninas e julinas espalha- se por todo o país. Mas além das típicas guloseimas, a diversão às vezes vai além da quadrilha, com o uso dos fogos de artíficio.

A SBAIT alerta para alguns cuidados durante o manuseio desses produtos que podem evitar queimaduras e outras lesões por toda a vida, o que infelizmente é muito comum nessa época.

Estimativas apontam que uma em cada dez pessoas que mexem com fogos de artifício sofre algum tipo de acidente. Os resultados variam entre queimaduras, lesões nos olhos e no ouvido, amputações e até morte.

Em caso de acidente, a pessoa deve lavar o ferimento com água corrente e evitar tocar na área queimada. Outro cuidado que deve ser tomado é não passar nenhuma substância sobre a lesão, como creme dental, pomadas, clara de ovo e manteiga. Em seguida, o ferido deve ser levado à unidade de saúde mais próxima.

De acordo com a Associação Brasileira de Cirurgia da Mão, cerca de 70% dos casos de queimaduras são provocados por artefatos pirotécnicos e 10% das vítimas sofrem amputações, principalmente, das mãos e dedos. As lesões provocadas por fogos de artifício são graves e difíceis de recuperar.

Observe alguns cuidados que devem ser tomados ao manusear esses produtos e aproveite a festa em segurança:

  • Não segure os fogos de artifício com as mãos. Prenda o rojão sempre em uma armação e fique longe na hora de acendê-lo.
  • Não insista em acender fogos que falharem.
  • Dispare os fogos somente ao ar livre, sempre com o cuidado de estar longe de substância inflamáveis ou redes elétricas.
  • Mantenha um recipiente com água próximo e descarte nele os fogos já usados ou aqueles que falharam, a fim de evitar riscos de novas explosões.
  • Nunca manuseie fogos após consumir bebida alcoólica  Confira sempre o certificado de garantia dos fogos.
  • Leia atentamente as instruções de uso contidas nas embalagens.
  • Compre fogos de artifício somente em estabelecimentos credenciados pela Divisão de Armas, Munições e Material Explosivo da Polícia Civil. Nunca compre em lojas de fabricação caseira.
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Use capacete. A vida é rara! Projeto de Lei é assinado em Campinas (SP)

Use capacete. A vida é rara!

IMG_20160427_123513Esse é o lema do grupo Movimento Sem Trauma, – Lazer e Esporte a favor da Vida,  idealizado por Andrea Wanger, mãe do jovem Michael Braga, de 22 anos, que morreu vítima de uma queda de skate em novembro de 2015, em Campinas.  Ele não usava equipamento de proteção e sofreu traumatismo craniano.

Após grande mobilização do grupo e apoio em diversas instâncias municipais, o grupo conquistou, nesta terça-feira ( 26) a assinatura pelo prefeito da cidade, Jonas Donizete, do projeto de lei que dispõe sobre a obrigatoriedade do uso de capacetes nas competições de skate realizadas no município de Campinas.

O Movimento pretende que a aprovação da lei incentive a conscientização da população sobre a importância do uso dos equipamentos de proteção durante a prática de esportes.

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Dr. Jorge Carlos Machado Curi, membro da SBAIT

O cirurgião do trauma e membro da SBAIT,  Dr. Jorge Carlos Machado Curi, esteve presente no evento, ressaltando a importância da criação de leis como essa para a prevenção ao trauma:   “Nós temos um grande compromisso de trabalhar na prevenção, na educação da população. A criação de leis contribui muito para fortalecer a ideia da prevenção da educação contra o trauma.  Esse movimento fortalece muito essa luta nesse grande desafio que é a prevenção do trauma”, reforçou. Segundo ele,  o jovem, do sexo masculino é a faixa etária mais acometida por ocorrências relacionadas ao trauma que, “quando não mata, pode deixar sequelas”.

Com a promulgação da lei, praças, parques e locais do município que possuam pistas de skate receberão placas informativas indicando a importância do uso dos equipamentos de proteção durante a prática do esporte, contendo a frase: ” Proteja sua vida. Skate, só com capacete.

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Prefeito assina projeto de lei- Crédito: Antonio de Oliveria

Dados apresentados pelo Movimento Sem Trauma, registram cerca de 50 mil pessoas hospitalizadas no Brasil vítimas de quedas durante práticas esportivas realizadas sem proteção. “Não podemos achar que isso seja uma fatalidade. Como vou ficar omissa?”, questionou Andrea.

Segundo ela, somente em Campinas, quatro jovens morreram de traumatismo com queda de skate no período de outubro de 2015 a janeiro de 2016. “Essas vidas poderiam ser poupadas com uma simples atitude de pôr capacete na cabeça, o que muda toda uma realidade”. ressalta.

 

 

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Segurança do ciclista é tema de campanha

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Cartilha do Ciclista – Ministério das Cidades

Durante os meses de novembro e dezembro, a Campanha “Bicicleta Segura” promove em todo o país, orientações de prevenção à população, especialmente aos ciclistas. O objetivo é reduzir os acidentes envolvendo bicicletas, principalmente nas grandes cidades conscientizando a população para a importância de valorizar a vida com um trânsito mais humano.

A Campanha, idealizada pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia ( SBOT), consiste na distribuição de folhetos em semáforos e locais de grande circulação de pessoas nas principais cidades, destacando a importância dos itens de segurança, como a utilização de capacetes, cotoveleiras e joelheiras, e dos respeito às leis e regulamentos, como sinalizar ao mudar de direção, não andar na contramão e jamais utilizar as calçadas.

O material informativo ainda ressalta que o ciclista deve dirigir sempre com cuidado, prestando atenção aos veículos maiores, além de prestar atenção em detalhes importantes para sua própria segurança, como usar roupas claras e chamativas ou coletes reflexivos, usar farol dianteiro e refletores laterais.

Em setembro, o Ministério das Cidades também lançou a Cartilha do Ciclista, que reúne informações sobre a legislação, sinalização, as diferentes vias que compõem a rede cicloviária da cidade e regras de circulação e segurança.

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SBAIT alerta sobre os principais ferimentos traumáticos nas férias

Na maioria das vezes, é possível evitar as ocorrências com medidas simples de prevenção

mergulho rioA SBAIT (Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado) está fazendo um alerta sobre os principais ferimentos traumáticos registrados durante as férias. O objetivo da entidade é orientar as pessoas para que elas se previnam, com medidas simples, mas que podem reduzir os riscos tanto para crianças quanto para adultos.

As lesões por trauma mais comuns nesta época do ano, segundo a SBAIT, são afogamentos, traumatismo raquimedular por mergulho em águas rasas, ferimentos leves em crianças com objetos cortantes, ocorrências automobilísticas em estradas, quedas de motocicleta e ocorrências envolvendo ciclistas.

“Nesta época, as pessoas saem da rotina. Viajam mais, ficam fora do ambiente em que estão acostumadas, muitas consomem mais bebida alcoólica. Tudo isso reflete nos casos dos ferimentos traumáticos, alguns fatais. Queremos que a população entenda que a maioria das lesões por trauma poderia ser evitada, não são acidentes, mas situações que poderiam ser prevenidas com medidas simples”, explica o presidente da SBAIT, Sandro Scarpelini.

Para evitar afogamentos, é importante que quem não sabe nadar não entre sozinho na água, independentemente de ser adulto ou criança. Além de acompanhada, a pessoa também deve usar boias e coletes salva-vidas. “Outra grande característica dos afogamentos é o local do mergulho. Por isso, quem sabe nadar também precisa tomar cuidado. No rio, por exemplo, na maioria das vezes, não conseguimos saber o que está embaixo d´ água, se existe uma pedra ou algo do tipo. Ao mergulhar, a pessoa pode se acidentar e sofrer uma lesão na medula”, destaca Scarpelini.

Com as crianças em casa em tempo integral, os pais devem redobrar os cuidados com facas e outros objetos que possam causar ferimentos. O mesmo cuidado deve ser tomado em hotéis, casas de parentes e amigos ou casas alugadas para temporadas. “As crianças são muito curiosas e não têm noção do perigo. Por isso, este tipo de objeto deve estar longe do alcance delas. É importante que os responsáveis façam uma vistoria no local para ver se não tem nada que ofereça perigo”, orienta o presidente a entidade.

O trânsito, um dos maiores causadores de ferimentos por trauma, é o local que merece maior atenção. “As dicas são as mesmas de sempre, mas é preciso segui-las. As pessoas têm a falsa impressão de que, com elas, não vai acontecer, mas acontece. Por isso, é fundamental não ingerir bebida alcoólica antes de dirigir, fazer manutenção no veículo, não dirigir com sono, não usar celular ao volante, seja para falar, ler ou passar uma mensagem de texto. Somos um dos países que mais matam no trânsito. Precisamos reverter essa situação e isso depende muito da conscientização do motorista”, destaca Scarpelini.

Ainda no trânsito, outro problema preocupante são os ciclistas. “O ciclista costuma estar muito vulnerável, já que nem sempre é respeitado nas ruas. Além disso, há o risco de queda. É fundamental que ele esteja com todos os equipamentos de segurança: capacete, joelheira, cotoveleira e luvas. E isso vale para crianças e adultos. À noite, é muito importante que a bicicleta seja vista, através de lanternas, roupas ou objetos refletores”, comenta o presidente da SBAIT.

Por Assessoria de Imprensa SBAIT

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“Técnicas para desobstrução de vias aéreas por engasgo” é o tema do Projeto Salvando Vidas de outubro

folder frente Em outubro, o Projeto Salvando Vidas,         (CoBraLT/SBAIT), que envolve as Ligas de Trauma de todas as regiões do país, terá como foco ações de prevenção envolvendo  “Técnicas para desobstrução de vias aéreas por engasgo”. 33 Ligas do Trauma já confirmaram a participação.

No Projeto, estudantes de medicina de todo o país ensinam leigos a prestarem os primeiros socorros em vários tipos de situações. O cronograma prevê ações mensais de outubro de 2015 a julho de 2016. Em cada edição, será abordado um tema diferente.

Em setembro, por exemplo, os estudantes ensinaram à população técnicas de RCP, folder verso jpgalcançando um público presencial aproximado de 3000 pessoas e um alcance de cerca de 10 mil pessoas nas redes sociais, com a divulgação da campanha.

Cidades participantes do Projeto setembro:  Campinas /SP  ( Liga do Trauma da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas- LT da UNICAMP), Juiz de Fora /MG ( Liga do Trauma e Emergência da Universidade Federal de Juiz de Fora -LATE-UFJF), Vila Velha /ES (Liga Acadêmica Capixaba de Cirurgia -LIACC), Boa Vista /RR (Liga do Trauma de Roraima -LTRR).

Ligas que contribuiram com a divulgação da campanha em redes sociais: Liga Acadêmica Capixaba de Cirurgia (LIACC), Liga do Trauma e Emergência da Universidade Federal de Juiz de Fora (LATE-UFJF), Liga de Emergência e Trauma da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (LET-UFCSPA), Liga do Trauma da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (LT-UFRGS), Liga do Trauma, Emergências e Terapia Intensiva da Universidade de Ribeirão Preto (LiTETI-UNAERP), Liga Acadêmica de Cirurgia do Trauma da Pontifícia Universidade Católica de Goiás  – LACIT-PUCGO)

Informações sobre o projeto Salvando Vidas podem ser obtidas diretamente com o CoBraLT ( Comitê Brasileiro das Ligas do Trauma).

http://cobralt.com.br/contato/

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SBAIT e CoBraLT lançam projeto “SALVANDO VIDAS”

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O Projeto “Salvando Vidas” – uma realização da SBAIT e CoBraLT com Ligas de Trauma de todo o país

O projeto “SALVANDO VIDAS” foi lançado neste sábado (29), no Espaço das Artes e Salão Nobre da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (Campinas). Durante o evento, realizado pela Liga do Trauma da Unicamp, durante a Universidade de Portas Abertas ( UPA), 1672 jovens aprenderam RCP e noções de primeiros socorros.

O “SALVANDO VIDAS” é um projeto do CoBraLT e SBAIT e será realizado pelas Ligas do Trauma de todas as regiões do país durante o mês de setembro.

Durante o lançamento, os participantes assistiram a um vídeo orientativo e também participaram de estações práticas. O evento contou com o apoio da CCR AutoBan.

Confira algumas imagens do Lançamento do Projeto:

 

 

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Segundo IBGE, metade das pessoas não usa cinto de segurança no banco traseiro

cinto de segurança

Segundo a pesquisa, 50,2% das pessoas que andavam no banco de trás do carro usavam o cinto de segurança.

Uma pesquisa realizada pelo IBGE, em todo o país, revela que metade das pessoas não usa cinto de segurança quando utilizam o banco traseiro, apesar do uso ser obrigatório por lei.

Os dados apontam que o uso do cinto de segurança tornou-se um hábito de muitos motoristas e passageiros que viajam no banco da frente do carro.  Segundo a pesquisa, 79,4% das pessoas de 18 anos ou mais de idade sempre usavam cinto de segurança no banco da frente. Hábito  que deveria ser extensivo aos passageiros que utilizam o banco traseiro do veículo, por oferecer, igualmente, proteção em caso de colisão. No Brasil, a proporção de pessoas que sempre usavam cinto de segurança no banco de trás quando andavam de carro, van ou táxi, foi de 50,2%. Esse percentual aumentou com o avanço da idade e foi mais representativo na área urbana (51,1%) que na área rural (44,8%).

Recentemente o país acompanhou com grande repercussão na mídia a morte do cantor Cristiano Araújo e sua namorada, devido a um acidente de trânsito. Informações iniciais apontam que ambos estavam no banco traseiro do veículo e não usavam cinto de segurança.  

A mudança de hábitos e a conscientização de motoristas e passageiros são fundamentais para prevenir tais ocorrências e reduzir essas estatísticas.

Saiba mais:

Pesquisa Nacional de Saúde 2013- Acesso e utilização dos serviços de saúde, acidentes e violência ( Biblioteca IBGE)

Até quando milhares de “Cristianos e Allanas” ainda vão morrer? ( Portal ONSV, junho 2015)

Metade das pessoas não usa cinto de segurança no banco traseiro, diz IBGE ( Portal Jornal Hoje / G1, 25/06/2015)

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Contran decide que transporte escolar deverá ter cadeirinha para crianças

Detran fiscalização transporte escolar. Foto: Divulgação Detran

Em breve, crianças de até 7 anos e meio deverão utilizar a cadeirinha durante o transporte escolar. Foto: Divulgação Detran

Em reunião nesta quarta-feira (17) o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu pela obrigatoriedade do uso de cadeirinhas para crianças de até 7 anos e meio no transporte escolar. Uma resolução determinará, nos próximos dias, a data para o início da exigência.

Desde 2010, está em vigor a lei que obriga o transporte seguro de crianças em carros de passeio. De acordo com a lei, crianças de até 1 ano devem ser transportadas com o uso do bebê-conforto, as que têm entre 1 e 4 anos, utilizando cadeirinhas com encosto e cinto próprio, e os assentos de elevação, devem ser utilizados para crianças de 4 a 7 anos.

O Guia “Criança Segura no Carro”, da ONG Criança Segura, parceira da SBAIT, traz dados do Datasus – Ministério da Saúde (2010), em que o trânsito aparece como a principal causa de morte por acidente, sendo responsável por cerca de 40% do total de 4.781 mortes anuais de meninos e meninas com menos de 15 anos, representando 1.895 vítimas fatais por ano, cerca de cinco por dia. Dessas crianças, 36% eram passageiras de veículo.

A Nova resolução contribuirá  para o aumento da prevenção de traumas em crianças no trânsito. Para saber mais, acesse:

Guia Criança Segura no Carro – ONG Criança Segura

 http://criancasegura.org.br/

Transporte escolar terá cadeirinha para crianças – Portal Ministério das Cidades ( 17/06/15)

 

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