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Prevenção

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Cartilha traz dicas práticas para prevenir e agir nos principais casos de traumas em crianças

O material, com 11 páginas, foi elaborado pela SBAIT e está disponível para download gratuito

A SBAIT (Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado à Criança), em parceria com o CoBraLT (Comitê Brasileiro das Ligas de Trauma), está lançando uma cartilha sobre prevenção e cuidados para os casos de trauma mais comuns na infância. Com o tema “Prevenção de Traumas em Crianças – Você precisa saber evitar”, o material, que pode ser baixado gratuitamente pelo site da sociedade, traz várias dicas práticas de prevenção e de como agir em casos de acidentes.

Cartilha está disponível para download

“Nós sabemos que o Dia das Crianças é uma data festiva, que elas querem ganhar presentes, mas o maior presente que o adulto pode dar a elas são atenção e cuidado. Cabe a nós, garantir a segurança dos pequenos em todas as situações”, explica o presidente da SBAIT, o cirurgião do Trauma Tércio de Campos. Todo ano, cerca de 3,6 mil crianças morrem no Brasil vítimas de Trauma e outras 111 mil são hospitalizadas. “Isso mostra que estamos sendo negligentes em muitas situações”, destaca o médico.

Bem didática, a cartilha aborda assuntos como traumas no trânsito, afogamento, ferimentos e engasgos. Para cada item, são dadas dicas de prevenção e instruções de como agir, caso ocorra algum problema. Além disso, a cartilha também explica como fazer a RCP (Reanimação Cardiopulmonar), para casos graves de afogamento, e também a Manobra de Heimlich, para os casos em que as crianças se engasgam.

“Praticamente todos esses traumas que registramos hoje no Brasil poderiam ser evitados com prevenção. São cuidados simples, que damos na cartilha. Mas, caso venha a ocorrer algum acidente, é importante saber agir. Os primeiros-socorros, em muitos casos, pode ser a diferença entre viver, morrer ou viver com sequela. É muito, mas muito importante que o leigo saiba o que fazer até a chegada de uma esquipe médica”, reforça Campos.

“Precisamos parar de pensar que nunca vai acontecer com a gente. Acontece sim. E todos os dias. E é muito triste para os pais saber que seu filho morreu ou ficou sequelado por um descuido seu. Nós vemos, diariamente, famílias sendo destruídas por pequenos descuidos. No fim, o principal recado que queremos dar é que a criança precisa de proteção. Ela não tem consciência de que pode morrer afogada em uma banheira ou de que a queda de uma janela alta pode trazer sérias consequências. Somos nós, adultos, que precisamos estar sempre atentos e, além disso, orientá-la para que, com o tempo, ela saiba se cuidar”, comenta o presidente da SBAIT.

Além de disponibilizar a cartilha para download, as dicas dela também serão utilizadas na campanha Salvando Vidas, desenvolvida pelo CoBraLT. “Durante todo o mês de outubro, membros da Liga do Trauma de todo o País vão desenvolver ações de conscientização sobre esses temas. É uma maneira de atingir um número cada vez maior de pessoas, ampliando o acesso a informações sobre prevenção e sobre como agir em casos de Trauma”, explica o coordenador do Comitê das Ligas do Trauma da SBAIT, o cirurgião do Trauma Thiago Calderan.

A cartilha, com 11 páginas, pode ser baixada no site www.sbait.org.br, na seção Publicações.

 

Imagem: Freepik 

Prevenção

Com qual idade a criança pode começar a transitar sozinha?

Ebook pode ser baixado gratuitamente no site Criança Segura

Essa é uma das questões abordadas no ebook “Como ensinar as crianças a se locomoverem de forma autônoma e segura”, lançado pela ONG Criança Segura Safe Kids Brasil , parceira SBAIT, e que traz à tona a discussão sobre a mobilidade ativa em crianças e adolescentes, uma forma de mobilidade em que crianças e adolescentes transitam pela cidade de forma autônoma, por meio de bicicletas, skate, patinete, patins ou mesmo a pé.

Segundo as orientações, é recomendado que somente a partir dos 10 anos de idade as crianças possam andar desacompanhadas de adultos.

Isso porque, no geral, até essa idade meninas e meninos ainda não desenvolveram plenamente diversas capacidades cognitivas, físicas e emocionais que são necessárias para se manterem seguros no trânsito.

Diante disso, cabe aos pais, familiares, responsáveis e cuidadores desde cedo dar o exemplo de como se comportar de forma segura, explicar os conceitos de segurança no trânsito para os pequenos e observarem as crianças durante os trajetos para perceberem se elas já estão preparadas para andarem sozinhas na rua com segurança.

Confira mais informações e orientações sobre esse tema baixando gratuitamente o ebook diretamente no site Criança Segura:

https://materiais.criancasegura.org.br/como-ensinar-criancas-a-se-locomoverem-de-forma-autonoma-e-segura

 

*Imagem em destaque: PDPics – Pixabay

P.A.R.T.Y. Brasil, Prevenção

São José dos Campos tem queda de 50% nas mortes de jovens no trânsito

São José dos Campos teve redução de 50% no número de mortes de jovens entre 18 e 29 anos no trânsito no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2018. Foram registrados 6 óbitos de janeiro a junho contra 12 do ano passado.

Os dados, divulgados são do Infosiga, banco de dados do governo do Estado de São Paulo sobre acidentes de trânsito. O balanço corresponde aos acidentes de trânsito nas vias urbanas, sob jurisdição municipal.

Várias ações de prevenção são realizadas no município, como as edições do P.A.R.T.Y. Brasil, em parceria com a SBAIT.

Confira a matéria na íntegra, no portal SP Repórter: São José dos Campos tem queda de 50% nas mortes de jovens no trânsito

Foto: PMSJC

Prevenção

Velocidade e segurança

Na quinta-feira (7 de março) o presidente Jair Bolsonaro defendeu o fim das lombadas eletrônicas nas rodovias. O mesmo entende que o principal objetivo dos equipamentos não é reduzir o número de acidentes. Segundo Bolsonaro, no Brasil, é quase impossível viajar sem receber multa.

Esta afirmação traz muita preocupação com o estado atual dos prontos socorros que já se encontram cheios de pacientes vítimas do trânsito que mata certa de 40.000 brasileiros por ano.

Dados do DATASUS, compilados pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, o Brasil possui uma taxa de mortes no trânsito por 100.000 habitantes de 18,9 sendo que Roraima, Piauí e Tocantins superam a taxa de 38 mortes por 100.000 habitantes.

Os limites de velocidade são estabelecidos engenheiros em função do tipo, da geometria e das condições da estrada, do tipo de veículos que nela circulam e nas possibilidades climáticas que podem ocorrer e alterar as condições de trafegar.

Velocidades mais altas aumentam o risco de uma colisão por uma série de razões:

  • É mais provável que o condutor perca o controle do veículo
  • Não se antecipe a tempo aos perigos que se aproximam
  • Também faça com que os outros usuários da via subestimem a velocidade do seu veículo.

Quanto maior a velocidade, maior a distância percorrida em determinado intervalo de tempo, maior a distância percorrida para reação do motorista e maior a distância para parar o veículo em caso de necessidade.

Na tabela abaixo, extraída do Manual da Organização Mundial de Saúde (Gestão da Velocidade) fica evidente a importância do controle de velocidade:

Outro dado importante a ser reforçado e que os pedestres, logo depois dos motociclistas, são as maiores vítimas do excesso de velocidade.

No gráfico abaixo e demonstrado o risco de morte do pedestre conforme se eleva a velocidade do veículo causador.

Transport Research Centre: Speed Management report, Paris 2006

Na Austrália, o limite de velocidade na rede viária de Melbourne passou de 100 km/h a 110 k/h em 1987 e depois voltou a 100 km/h em 1989. Em comparação com uma área de controle, onde o limite de velocidade permaneceu o mesmo, a taxa de lesões por colisão por quilômetro percorrido aumentou 24,6 % quando o limite de velocidade aumentou, e diminuiu 19,3 % quando o limite de velocidade diminuiu (Sliogeris J. 110-kilometre per hour speed limit: Evaluation of road safety effects, Melbourne, 1992).

Diante do exposto é importante que a sociedade discuta e aprofunde o nível de informações, pois mortes no trânsito são em sua grande maioria evitáveis e em jovens. E, caso as concessionárias pratiquem ações inadequadas com os recursos das autuações, que sejam punidas com rigor e não nossos filhos.

Por Danilo Stanzani, diretor do comitê de prevenção SBAIT ( gestão 2019/2020)

Prevenção

GUIA SBAIT orienta sobre raios

Estamos no verão, época com grande incidência de tempestades com raios.  Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, o Brasil é o país onde mais caem raios no mundo.

A SBAIT, com o intuito de alertar a população para a prevenção de lesões por raios, possui um guia prático com dicas fáceis e instruções básicas para evitar lesões fatais ou não fatais causadas por raios.

Este guia pode ser usado como referência para práticas de prevenção em casos de chuvas fortes, raios e trovões assim como para entender melhor como se comportar dentro ou fora de ambientes cobertos nestas situações.

Campos abertos, como fazendas ou campos de futebol são áreas de grande risco em temporais com raios e representam as regiões com maior número de mortes por esta causa, seguido por mortes embaixo de árvores. Praias e barcos estão em terceiro lugar em ocorrências de mortes causadas por raios.

Para informar a população, o Guia traz entre outras informações de prevenção, os “10 passos para diminuir seus riscos e de sua família”, em casos onde não se consegue  alcançar abrigo durante uma tempestade de raios, minimizando assim, os riscos. O Guia traz ainda um plano de precauções e ações que podem evitar as lesões causadas por raios.

O Guia SBAIT para prevenção de lesões por raios pode ser conferido no site SBAIT: http://www.sbait.org.br/files/pdfs/raios_1.pdf

 

Campanhas, Prevenção

Folia sem Traumas

Estamos próximos de umas das maiores festas populares no Brasil que atrai milhares de pessoas de vários países experimentarem a alegria e hospitalidade de nossa gente.

O carnaval de São Paulo, por exemplo, tem uma expectativa de crescer 60% nos blocos de rua em relação ao ano passado (Estadão, dez/2018).

Uma festa grandiosa como essa que tem um tempero que preocupa quem trabalha com trauma e emergências: feriado prolongado, deslocamentos viários, jovens e álcool.

A partir de meados dos anos 1980, as mortes associadas às causas externas, que incluem os homicídios, suicídios, acidentes de trânsito, afogamentos, quedas acidentais etc., passaram a desempenhar um papel de destaque, de forma negativa, sobre a estrutura por idade das taxas de mortalidade, particularmente dos adultos jovens do sexo masculino. (Tabua de Mortalidade IBGE 2017)

O trânsito brasileiro é o quarto mais violento do continente americano, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Dentro do País, São Paulo é o Estado com maior número de óbitos no trânsito e dirigir alcoolizado é a segunda maior causa (Professor Ricardo Abrantes do Amaral, do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP)

Em sua coluna semanal, o médico fala sobre um estudo feito no Hospital Saint Paul, no Canadá durante muitos anos, que mostra o aumento de acidentes automobilísticos nos Estados Unidos em um período “famoso” por ser o horário de maior consumo de maconha. O THC diminuiu o tempo de reação do motorista. Um dos principais princípios ativos da cannabis e um dos responsáveis pelas alterações de percepção após o consumo da planta”, (Prof. João Paulo Lotufo).

Por esses e outros motivos a Sociedade Brasileira de Atendimento Integral ao Traumatizado – SBAIT orienta que alguns cuidados sejam tomados antes da folia:

– Antes de viajar, mantenha as revisões de seu carro em dia e utilize sempre o cinto de segurança, inclusive no banco de trás. Se for viajar de moto use sempre o capacete e roupas adequadas,

– Se for viajar de carro ou moto, mantenha atenção redobrada na sinalização viária, nos limites de velocidade e nos demais veículos ao seu redor,

– Transporte as crianças sempre no banco de trás e com cinto de segurança. Caso tenha até́ sete anos, utilize a cadeirinha apropriada,

– Não deixe para decidir se vai dirigir ou não depois de ter bebido, a decisão vai ser errada, decida antes de sair de casa,

– Se for dirigir, não beba, o álcool é responsável por 65% dos acidentes nas estradas,

– Café, banho gelado e medicações não reduzem os efeitos do álcool,

– O respeito entre pedestres, motoristas e motociclistas é o segredo para reduzir acidentes e acabar com a violência no trânsito,

  • Não use o celular enquanto dirige, essa prática aumenta em 400% o risco de acidentes.

Divirta-se com cuidado!!!!

 

Por Dr. Danilo Stanzani – Diretor do comitê de prevenção SBAIT 

Parceiros, Prevenção

Sobrasa divulga dados da Semana Latino-Americana de Prevenção de 2018

A 3ª edição da Semana Latino-Americana ocorrerá de 24 a 30 de novembro de 2019

A Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático – SOBRASA, parceira SBAIT,  divulgou os dados da Semana latino Americana de prevenção em Afogamento realizada de 19 a 25 de novembro de 2018. Ao todo, participaram 15 países ( Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Nicarágua, El salvador, Equador, Espanha. México, Paraguai, Portugal, Peru, Uruguai e Venezuela). O Brasil contou com a participação de 20 estados.  140 ações foram reportadas e 33.5 milhões de pessoas participaram diretamente em cursos, aula, atividades em escolas, clubes, academias, espaços abertos e indiretamente por meio de familiares, amigos, mídias sociais, TV, Rádio e Jornais.

A SBAIT participou da Semana Latino-Americana com divulgação de orientações de prevenção de afogamento e ações locais, como o  3º Workshop de Salvamento Aquático, um evento do Programa “Salvando Vidas”, que foi realizado em Campinas/SP.

A Semana Latino-Americana de Prevenção em Afogamento é a maior campanha mundial em prevenção de afogamentos. Para a Sobrasa, ” Com um pouco de esforço podemos salvar uma vida e vamos continuar fazendo a diferença, não só na semana, mas praticando ações durante o ano todo. Unidos é a única forma de enfrentar o desastre do afogamento, que leva 16 brasileiros à morte todos os dias.

Em 2019, a terceira edição da Semana Latino-Americana já tem data marcada para acontecer. Será realizada de 24 a 30 de novembro.

Para saber mais sobre a Semana Latino Americana e outras ações de prevenção e afogamento, como a Piscina + Segura, visite o site da Sobrasa: http://www.sobrasa.org

Parceiros, Prevenção

SBAIT participa de reunião com parceiros para traçar estratégias de prevenção

Na tarde desta terça-feira, 29 de janeiro, foi realizada na sede do Observatório Nacional de Segurança Viária – ONSV, na cidade de Indaiatuba/SP, uma reunião entre diretores da SBAIT, representantes do ONSV com o presidente Sr José Aurélio Ramalho e a representante do projeto “Vida sobre Rodas”, Dra Adriana Mallet, para discutir as estratégias de prevenção e organização do atendimento a traumatizados.

Nessa reunião estiveram representando a SBAIT, os diretores  Dr Danilo Stanzani (Comitê de prevenção), Dr. Gustavo P. Fraga (Comitê de Educação) e Dr Alcir E. Dorigatti (Membro do Programa P.A.R.T.Y. Campinas). Justificou a ausência  Dr Thiago Calderan (Coordenador do Comitê das Ligas de Trauma da SBAIT).

Foram discutidos importantes projetos de prevenção, como o Maio Amarelo, a reinserção de traumatizados com sequelas na sociedade, através do Projeto Recomeço, que faz parte do Programa “Urbanidade” . Também foram discutidas ações para desenvolver o Registro de Trauma, unindo forças de outras entidades médicas , além de outras articulações que serão feitas por meio de Frentes Parlamentares em Brasília/DF.

Parceiros, Prevenção

Verão e férias : Os riscos de afogamentos em crianças.

No  Brasil, o afogamento é a segunda maior causa de morte acidental de crianças e adolescentes de zero a 14 anos, segundo dados do Ministério da Saúde.

O afogamento, segundo a ONG Criança Segura, parceira SBAIT, é um vilão ainda mais perigoso para as crianças de um a quatro anos de idade, pois é a causa número um de óbitos acidentais desse grupo etário.

Estamos em pleno verão, época em que os óbitos por afogamento tornam-se mais frequentes. Dessa forma, é importante ressaltar que a prevenção é a melhor forma de evitar os afogamentos. É importante que sempre haja um adulto supervisionando atentamente as crianças quando elas estão brincando perto da água de uma maneira geral, – seja na praia, no rio, na piscina, na piscininha, ou até mesmo na lavanderia ou no banheiro.

A ONG Criança Segura explica que crianças são mais vulneráveis a afogamentos. Devido a características próprias do desenvolvimento infantil, até os quatro anos de idade, meninas e meninos possuem coordenação motora limitada, pouca habilidade para reconhecer situações perigosas e reagir de maneira rápida e correta para se livrar delas. Além disso, possuem a cabeça proporcionalmente mais pesada que o resto do corpo, o que prejudica ainda mais seu equilíbrio e também dificulta que consigam se levantar sozinhos em caso de um tombo.

Sendo assim, se uma criança dessa faixa etária cai com seu rosto dentro de um recipiente qualquer com até 3 dedos de água (balde, bacia, vaso sanitário etc.), ela muito provavelmente não conseguirá se levantar sozinha, nem mesmo terá força suficiente para apenas erguer o tronco e tirar nariz e boca da água para que possa respirar.

Em apenas dois minutos submersa, a criança perde a consciência. Após quatro minutos embaixo d’água, danos irreversíveis ao cérebro podem ocorrer. Por isso, não é recomendado deixar uma criança sozinha enquanto ela está brincando com água ou tomando banho nem mesmo para atender ao telefone ou pegar uma toalha. Em caso de afogamento, todo segundo conta na hora de prestar socorro à vítima.

A ONG Criança Segura recomenda, especialmente para pais e responsáveis:

  • que nunca deixem crianças sozinhas brincando quando estiverem dentro ou próximas da água, nem por um segundo. Nessas situações, é importante garantir que um adulto estará as supervisionando de forma ativa e constante o tempo todo.  
  • É preciso que os adultos se articulem e combinem formas de sempre terem a certeza que pelo menos um responsável estará totalmente atento às crianças. Caso essa pessoa queira descansar ou precise se ausentar do local por qualquer motivo, ele precisa passar sua função de cuidador para outro adulto.
  • E atenção especial também às crianças que já sabem nadar ou que praticam natação, elas também podem estar sujeitas ao afogamento.

 

Outras dicas de prevenção em ambientes aquáticos:

  • Ensine as crianças que nadar sozinhas, sem ninguém por perto, é perigoso;
  • O colete salva-vidas é o equipamento mais seguro para evitar afogamentos. Boias e outros equipamentos infláveis passam uma falsa segurança, mas podem estourar ou virar a qualquer momento;
  • Tenha um telefone próximo à área de lazer e o número do atendimento de emergência sempre visível (SAMU: 192; Corpo de Bombeiros: 193);
  • Crianças devem aprender a nadar com instrutores qualificados ou em escolas de natação especializadas. Se os pais ou responsáveis não sabem nadar, devem aprender também;
  • Fique atento! Crianças pequenas podem se afogar em qualquer recipiente com mais de 2,5 cm de água ou outros líquidos, seja uma banheira, pia, vaso sanitário, balde, piscina, praia ou rio;
  • Ensine as crianças a não correr, empurrar, pular em outras crianças ou simular que estão se afogando quando estiverem na piscina, lago, rio ou mar.

Piscina

  • Piscinas devem ser protegidas com cercas de no mínimo 1,5 m de altura e portões com cadeados ou trava de segurança. Atenção! Alarmes e capas de piscina garantem mais proteção, mas não eliminam o risco de acidentes;
  • Evite deixar brinquedos e outros atrativos próximos à piscina e reservatórios de água.

Águas naturais

  • Tenha certeza que as crianças estão nadando em áreas seguras de rios, lagos, praias e represas;
  • Ensine as crianças a respeitarem as placas de proibição nas praias, os guarda-vidas e a verificarem as condições das águas abertas.

Ambiente doméstico

  • Depois do uso, mantenha vazios, virados para baixo e fora do alcance das crianças baldes, bacias, banheiras e piscinas infantis;
  • Deixe a porta do banheiro e da lavanderia fechada ou trancada por fora e mantenha a tampa do vaso sanitário baixada (se possível, lacrada com um dispositivo de segurança);
  • Mantenha cisternas, tonéis, poços e outros reservatórios domésticos sempre trancados.

Outras informações e orientações podem ser conferidas no site da ONG Criança Segura,  que está com inscrições abertas para seus cursos “Familiares e Responsáveis” e “Trânsito”, totalmente online e gratuitos. Informações: https://criancasegura.org.br

Salvando Vidas

Salvando Vidas – Workshop Salvamento Aquático 2018

 

O workshop teve início com o módulo teórico

O dia nublado e chuvoso não atrapalhou a 3ª edição do Workshop de Salvamento Aquático, um evento do Programa “Salvando Vidas”, organizada pela Liga do Trauma da Unicamp e os bolsistas BAS da Unicamp, orientados pelo Dr. Thiago Calderan, como parte da Semana Latino-Americana de Prevenção em Afogamento.

O Workshop foi realizado no dia 24 de novembro de 2018 em Campinas/SP  e contou com 36 participantes no treinamento teórico-prático ministrado por Alan Nogues de Almeida e Paulo Leonardo Nascimento, que são bombeiros de formação.

O evento aconteceu no “Tênis Clube de Campinas” e teve o apoio da Disciplina de Cirurgia do Trauma da Unicamp, Pós Graduação de Ciências da Cirurgia da FCM Unicamp, Instituto Terzius, Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (SOBRASA), SBAIT (Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado) e CoBRALT (Comitê Brasileiro de Ligas do Trauma).

“A prevenção é um dos principais pilares para diminuir o índice de trauma, bem como de afogamento. Orientar e transformar pessoas em multiplicadores é um importante passo, por isso é recompensador participar de eventos como este” registra um dos organizadores do evento.

Baixe gratuitamente o material de afogamento (Tema 3 do Módulo III) das Diretrizes Clínicas do PROADI-SUS do Ministério da Saúde.

https://portaldoconhecimento.hospitalalemao.org.br/urgencias-traumaticas-modulo-iii/

 

 

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