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Resolução do CFM faz ajuste em normas de publicidade médica

a-medicina-nas-redes-sociaisNovas regras de publicidade médica foram estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina, visando impedir o sensacionalismo, a autopromoção e a mercantilização do ato médico.  A  Resolução 2.126/2015, que cria regras que definem o comportamento adequado dos médicos nas redes sociais, entrará em vigor ainda essa semana, após publicação no Diário Oficial da União.

O texto, aprovado pelo Plenário do CFM, prevê alterações em pontos específicos da Resolução CFM nº 1974/2011, que se mantém em vigor e também se dedica ao tema.

“Considerando que a Medicina deve ser exercida com base em direitos previstos na Constituição Federal, como a inviolabilidade da vida privada e o respeito à honra e à imagem pessoal, entendemos que as mudanças são importantes, pois oferecem parâmetro seguro aos médicos sobre a postura ética e legal adequada em sua relação com os pacientes e com a sociedade”, afirmou Emmanuel FortesCavalcante, 3º-vice-presidente do CFM.

Para ele, “ao observar os critérios definidos pelo CFM, o médico estará valorizando uma conduta ética nas suas atividades profissionais, além de se proteger efetivamente de eventuais processos movidos por terceiros em busca de indenizações por danos materiais ou morais decorrentes de abusos.”

Em 2014, a SBAIT fez alerta à comunidade médica sobre o uso indevido de imagens de pacientes em redes sociais. Dessa forma, reiteramos nosso apoio reforçando nossa campanha de conscientização entre médicos e demais profissionais.

Saiba mais:

Norma proíbe médicos de fazer selfie mostrando pacientes , Bom dia Brasil, 28/09/15

CFM endurece regras e proíbe selfies de médicos em redes sociais, Estadão, 28/09/15

Conselho endurece regras e veta até selfie de médicos em rede social- Folha de SP, 28/09/15

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Medicina: Novos cursos terão docentes sem pós-graduação

imagem aula de medicinaCom a expansão de cursos de medicina , governo lança projeto para driblar a escassez de professores , aceitando, nas Universidades Federais, professores sem pós-graduação.

O projeto prevê que esses professores , sem mestrado ou doutorado, cursem a pós graduação enquanto lecionam. O formato da pós-graduação terá carga presencial e a distância.

Para o Conselho  Federal de Medicina, há o risco de uma formação desqualificada. Por outro lado, o Ministério da Educação afirma que os cursos terão qualidade, pois os professores sem pós-graduação terão supervisão direta de professores experientes.

Até 2017 o governo pretende aumentar em 65% o número de vagas em medicina devido ao argumento de que faltam profissionais formados na área.

Atualmente, 80% dos professores de medicina nas universidades federais possuem mestrado ou doutorado. O Ministério da Educação já adiantou que nos próximos concursos, a proporção de docentes com formação em pós-graduação deverá ser menor, uma vez que as vagas ofertadas estarão em regiões  onde não há cursos de medicina, portanto, poucos médicos para lecionar.

Saiba em detalhes:

Novos cursos de medicina terão mais docentes sem pós-graduação

 

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Estudantes de medicina terão exame obrigatório a cada dois anos

etudiant-medecine-300x200O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, nesta quinta-feira (3), alterações nas diretrizes curriculares do curso de medicina nesta quinta-feira. Com isso, a partir de 2016, os estudantes deverão realizar a cada dois anos , exames obrigatórios que avaliarão o conhecimento adquirido durante o curso. Além disso, o CNE também sugeriu que 30% da carga horária do estágio deverá ser cumprida na rede pública de saúde.

A avaliação bienal será aplicada pelo Inep, órgão do Ministério da Educação e o resultado dos exames serão classificatórios para o ingresso na residência.

Para entrar em vigor, a nova regulamentação, que não se aplica aos estudantes já matriculados em  cursos de medicina,  precisa a, ser confirmada pelo ministro da educação, Henrique Paim.

Saiba mais:

Estudantes de medicina terão exame bienal obrigatório em 2016 ( Folha de São Paulo, 04/04/14)

Estudantes de medicina terão exame obrigatório a cada dois anos ( portal G1, 04/04/14)

 

 

 

As mudanças foram sugeridas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) que aprovou alterações nas diretrizes curriculares do curso de medicina nesta quinta-feira (3). Para entrar em vigor, as mudanças precisam ser homologadas pelo ministro da Educação, José Henrique Paim, e não há previsão de data.

A avaliação bienal será aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para medir o conhecimento adquirido pelo aluno no final do segundo, quarto e sexto anos do curso, antes da residência médica.

Segundo o CNE, o baixo desempenho na prova não vai impedir que o estudante passe para a etapa seguinte do curso, mas ele será classificatório para o ingresso na residência.

A carga horária de 30% na rede pública de saúde é referente ao estágio, obrigatório a grande parte dos universitários, e não é referente à residência médica. No curso de medicina, os alunos têm de cumprir 35% da carga horária fazendo estágio. O CNE sugere que 30% deste tempo seja destinado a atividades na rede pública de saúde. Hoje não há um porcentual mínimo definido.

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