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Afogamento

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SOBRASA realiza campanha “Se beber, fique fora da água”

Campanha contou com artes e videos de conscientização

A  Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (SOBRASA), parceira SBAIT,  realizou, de 26 a 01 de fevereiro, a Semana ” Se beber, fique fora da água”, alertando sobre o risco de beber e entrar em piscinas, mar, etc. Foram divulgados vídeos e artes com orientações e conscientização à população.

O afogamento é uma das maiores causas de morte no Brasil. Segundo a SOBRASA, 5.700 brasileiros morrem afogados todos os anos em nosso país.  O álcool está envolvido em pelo menos 15% dessas ocorrências, ou seja, pelo menos duas pessoas alcoolizadas estão entre as 16 que morrem afogadas diariamente no Brasil.

A frase “Eu sei nadar e não vou me afogar!” pode ser considerada um mito, uma vez que, alcoolizada, a pessoa reduz a capacidade de entender e sair de situações de risco.

A cultura de não misturar álcool e direção,  aos poucos está se apropriando da população, mas no lazer isso ainda não está muito claro, segundo a SOBRASA.  É comum em passeios de barco e pescarias e locais de muito turismo, unir  diversão com álcool. Uma pessoa alcoolizada, eufórica e sem medos está muito mais exposta nestes ambientes onde desconhecem os altos riscos de estarem próximos ou dentro da água.

“Seu afogamento pode começar no copo” – É o que faz homens morrerem 13 vezes mais que as mulheres na faixa de 15 a 29 anos. O uso do álcool potencializa essa redução da avaliação do risco de um afogamento e dessa forma pode matar muito rapidamente, pois o álcool reduz a coordenação motora , a consciência do perigo e o  risco de morte por afogamento é enorme.

 

Outros dados:

Dois brasileiros morrem afogados todos os dias em nosso país em consequência ao uso de álcool.

– Mais de 15% de todos os óbitos por afogamento estão relacionados ao uso de álcool. Em algumas regiões e atividades, como em festas onde é comum ter uma piscina ou lago isso pode chegar até a 60%.

– O uso do álcool superestima a capacidade da pessoa aumentando o risco de fazê-la  perder sua vida.

 

A combinação Álcool e atividades aquáticas  podem ser fatais, por isso, a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático – SOBRASA faz o alerta de que álcool e água não se misturam  e recomenda:

“Se beber, fique fora da água”

 

Confira os videos e artes realizados para divulgação da campanha:
O uso do álcool torna os afogamentos uma das maiores causas de morte – Vídeo 1

O risco do uso de álcool perto ou dentro da água – Vídeo 2  

Eu sei nadar, será que posso me afogar? Vídeo  3

Álcool e nadar – combinam? – Vídeo 4

Álcool e o risco às crianças – Vídeo  5

Álcool e a masculinidade tóxica – Vídeo 6

O álcool te torna um super herói sem poderes – Video 7

 

 

Imagem em destaque: Pixabay 

Campanhas

III Semana Latino-Americana de Prevenção em Afogamentos vem aí!

A Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático – SOBRASA, parceira SBAIT, promove de 24 a 30 de novembro de 2019, a 3ª edição da Semana Latino-Americana de Prevenção em Afogamentos, com apoio da ILS – International Life Saving.

O objetivo da campanha é a redução do número de afogamentos e pode ser realizada por qualquer instituição, empresa ou indivíduo que queira participar, promovendo atividades de prevenção em afogamento em qualquer dia da semana de 24 a 30 de novembro .

Saiba mais sobre como participar em www.sobrasa.org

 

Parceiros, Prevenção

Verão e férias : Os riscos de afogamentos em crianças.

No  Brasil, o afogamento é a segunda maior causa de morte acidental de crianças e adolescentes de zero a 14 anos, segundo dados do Ministério da Saúde.

O afogamento, segundo a ONG Criança Segura, parceira SBAIT, é um vilão ainda mais perigoso para as crianças de um a quatro anos de idade, pois é a causa número um de óbitos acidentais desse grupo etário.

Estamos em pleno verão, época em que os óbitos por afogamento tornam-se mais frequentes. Dessa forma, é importante ressaltar que a prevenção é a melhor forma de evitar os afogamentos. É importante que sempre haja um adulto supervisionando atentamente as crianças quando elas estão brincando perto da água de uma maneira geral, – seja na praia, no rio, na piscina, na piscininha, ou até mesmo na lavanderia ou no banheiro.

A ONG Criança Segura explica que crianças são mais vulneráveis a afogamentos. Devido a características próprias do desenvolvimento infantil, até os quatro anos de idade, meninas e meninos possuem coordenação motora limitada, pouca habilidade para reconhecer situações perigosas e reagir de maneira rápida e correta para se livrar delas. Além disso, possuem a cabeça proporcionalmente mais pesada que o resto do corpo, o que prejudica ainda mais seu equilíbrio e também dificulta que consigam se levantar sozinhos em caso de um tombo.

Sendo assim, se uma criança dessa faixa etária cai com seu rosto dentro de um recipiente qualquer com até 3 dedos de água (balde, bacia, vaso sanitário etc.), ela muito provavelmente não conseguirá se levantar sozinha, nem mesmo terá força suficiente para apenas erguer o tronco e tirar nariz e boca da água para que possa respirar.

Em apenas dois minutos submersa, a criança perde a consciência. Após quatro minutos embaixo d’água, danos irreversíveis ao cérebro podem ocorrer. Por isso, não é recomendado deixar uma criança sozinha enquanto ela está brincando com água ou tomando banho nem mesmo para atender ao telefone ou pegar uma toalha. Em caso de afogamento, todo segundo conta na hora de prestar socorro à vítima.

A ONG Criança Segura recomenda, especialmente para pais e responsáveis:

  • que nunca deixem crianças sozinhas brincando quando estiverem dentro ou próximas da água, nem por um segundo. Nessas situações, é importante garantir que um adulto estará as supervisionando de forma ativa e constante o tempo todo.  
  • É preciso que os adultos se articulem e combinem formas de sempre terem a certeza que pelo menos um responsável estará totalmente atento às crianças. Caso essa pessoa queira descansar ou precise se ausentar do local por qualquer motivo, ele precisa passar sua função de cuidador para outro adulto.
  • E atenção especial também às crianças que já sabem nadar ou que praticam natação, elas também podem estar sujeitas ao afogamento.

 

Outras dicas de prevenção em ambientes aquáticos:

  • Ensine as crianças que nadar sozinhas, sem ninguém por perto, é perigoso;
  • O colete salva-vidas é o equipamento mais seguro para evitar afogamentos. Boias e outros equipamentos infláveis passam uma falsa segurança, mas podem estourar ou virar a qualquer momento;
  • Tenha um telefone próximo à área de lazer e o número do atendimento de emergência sempre visível (SAMU: 192; Corpo de Bombeiros: 193);
  • Crianças devem aprender a nadar com instrutores qualificados ou em escolas de natação especializadas. Se os pais ou responsáveis não sabem nadar, devem aprender também;
  • Fique atento! Crianças pequenas podem se afogar em qualquer recipiente com mais de 2,5 cm de água ou outros líquidos, seja uma banheira, pia, vaso sanitário, balde, piscina, praia ou rio;
  • Ensine as crianças a não correr, empurrar, pular em outras crianças ou simular que estão se afogando quando estiverem na piscina, lago, rio ou mar.

Piscina

  • Piscinas devem ser protegidas com cercas de no mínimo 1,5 m de altura e portões com cadeados ou trava de segurança. Atenção! Alarmes e capas de piscina garantem mais proteção, mas não eliminam o risco de acidentes;
  • Evite deixar brinquedos e outros atrativos próximos à piscina e reservatórios de água.

Águas naturais

  • Tenha certeza que as crianças estão nadando em áreas seguras de rios, lagos, praias e represas;
  • Ensine as crianças a respeitarem as placas de proibição nas praias, os guarda-vidas e a verificarem as condições das águas abertas.

Ambiente doméstico

  • Depois do uso, mantenha vazios, virados para baixo e fora do alcance das crianças baldes, bacias, banheiras e piscinas infantis;
  • Deixe a porta do banheiro e da lavanderia fechada ou trancada por fora e mantenha a tampa do vaso sanitário baixada (se possível, lacrada com um dispositivo de segurança);
  • Mantenha cisternas, tonéis, poços e outros reservatórios domésticos sempre trancados.

Outras informações e orientações podem ser conferidas no site da ONG Criança Segura,  que está com inscrições abertas para seus cursos “Familiares e Responsáveis” e “Trânsito”, totalmente online e gratuitos. Informações: https://criancasegura.org.br

Salvando Vidas

Salvando Vidas – Workshop Salvamento Aquático 2018

 

O workshop teve início com o módulo teórico

O dia nublado e chuvoso não atrapalhou a 3ª edição do Workshop de Salvamento Aquático, um evento do Programa “Salvando Vidas”, organizada pela Liga do Trauma da Unicamp e os bolsistas BAS da Unicamp, orientados pelo Dr. Thiago Calderan, como parte da Semana Latino-Americana de Prevenção em Afogamento.

O Workshop foi realizado no dia 24 de novembro de 2018 em Campinas/SP  e contou com 36 participantes no treinamento teórico-prático ministrado por Alan Nogues de Almeida e Paulo Leonardo Nascimento, que são bombeiros de formação.

O evento aconteceu no “Tênis Clube de Campinas” e teve o apoio da Disciplina de Cirurgia do Trauma da Unicamp, Pós Graduação de Ciências da Cirurgia da FCM Unicamp, Instituto Terzius, Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (SOBRASA), SBAIT (Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado) e CoBRALT (Comitê Brasileiro de Ligas do Trauma).

“A prevenção é um dos principais pilares para diminuir o índice de trauma, bem como de afogamento. Orientar e transformar pessoas em multiplicadores é um importante passo, por isso é recompensador participar de eventos como este” registra um dos organizadores do evento.

Baixe gratuitamente o material de afogamento (Tema 3 do Módulo III) das Diretrizes Clínicas do PROADI-SUS do Ministério da Saúde.

https://portaldoconhecimento.hospitalalemao.org.br/urgencias-traumaticas-modulo-iii/

 

 

Eventos, Ligas de Trauma, Prevenção, Salvando Vidas

III Workshop Salvamento Aquático será realizado em Campinas no próximo sábado

No próximo dia 24 de novembro, às 10h00, será realizado o III Workshop Salvamento Aquático, no Tênis Clube de Campinas. O evento faz parte da Semana Latino-Americana de Prevenção em Afogamentos 2018 (19 a 25 de novembro) , que reúne ações em diversos países.

O workshop será divido em um momento teórico e outro prático e conta com realização e apoio da Disciplina de Cirurgia do Trauma da Unicamp, Liga do Trauma da Unicamp, Universidade de Campinas (Unicamp), Tênis Clube de Campinas, Corpo de Bombeiros de Campinas, SOBRASA ( Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático), Pós Graduação Ciências da Cirurgia – FCM/Unicamp, Instituto Terzius, SBAIT e Programa Salvando Vidas ( CoBraLT/SBAIT).

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo link:  https://goo.gl/iXrFP6

 

Informações:

III Workshop Salvamento Aquático 
24 de novembro de 2018 – 10h00
Local: Tênis Clube de Campinas
Inscrições: https://goo.gl/iXrFP6
*Vagas Limitadas

 

Campanhas

Semana Latino – Americana de Prevenção em Afogamento será realizada em novembro

Com o tema: “Diga pare aos afogamentos”, ocorrerá de 19 a 25 de novembro de 2018, a 2ª edição da Semana Latino – Americana de Prevenção em Afogamento, com promoção da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático ( SOBRASA), parceira SBAIT.

Segundo a Sobrasa, no Brasil, todos os anos, em média 5.700 brasileiros morrem afogados em nosso país (2016). A maioria destas mortes (> 70%) ocorre em rios, lagos, ou represas, longe da prevenção ativa realizada por guarda-vidas. Estas mortes afetam predominantemente jovens do sexo masculino. Cerca de 16 pessoas morrem diariamente por afogamento no Brasil sendo 11 em Rios, a maioria por desconhecimento do risco ou por superestimar sua competência aquática.

Dados da ONG Criança Segura, parceira SBAIT, mostram que o afogamento é a segunda causa de óbitos até os 14 anos de idade, ( 24,5%), atrás do trânsito, ( 34,6%)

Organizado pelos países membros do Comitê Latino-Americano de Salvamento – CLAS, com o propósito de combater os afogamentos no Brasil e na América Latina, a Semana Latino-Americana de prevenção em afogamentos  reúne 14 países com o objetivo de promover a redução do número de afogamentos, lutando por águas + Seguras.

Em 2017  a Semana Latino Americana de Prevenção em afogamento  foi realizada em 10 países latinos, sendo 17 estados no Brasil. Mais de 20 milhões de pessoas participaram diretamente em cursos, aulas e atividades em escolas, clubes, academias, espaços abertos ou de forma indireta por meio de familiares, amigos e mídias sociais. A expectativa para 2018 é alcançar 40 milhões de pessoas.

 

Como participar?

Qualquer atividade de prevenção em afogamento pode ser realizada em escolas, academias e clubes, etc. A Sobrasa oferece em seu site um guia de orientações com atividades que podem ser realizadas, separadas por faixa etária,  para grupos de crianças de 1 a maiores de 10 anos.

Para participar , realize uma ou mais atividades em qualquer dia da semana de 19 a 25 de novembro

Para comunicar as ações realizadas, enviar o logo da Instituição e 3 fotos para o email  sobrasa@sobrasa.org ou postar as informações no facebook da SOBRASA: https://www.facebook.com/aguasmaisseguras/

Mais informações em: http://www.sobrasa.org

 

News

Workshop vai ensinar leigos a salvarem vítimas de afogamento em Campinas

Evento, que faz parte da Semana Latino-americana de Prevenção em Afogamento, acontece no Tênis Clube Campinas, é gratuito e aberto ao público

 A Liga do Trauma da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), em parceria com a SBAIT (Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado), vai promover o workshop Salvamento Aquático, na próxima terça-feira, 21, às 12h30, no TCC (Tênis Clube de Campinas). O evento, que é gratuito e aberto ao público, dará instruções práticas e teóricas sobre salvamento aquático, prevenção de afogamento e treinamento de Reanimação Cardiopulmonar. A atividade faz parte da Semana Latino-Americana de Prevenção em Afogamento. As orientações serão dadas pelos alunos da Liga do Trauma, Corpo de Bombeiros e Instituto Terzius.

“Nós queremos que o leigo saiba agir em uma situação de afogamento. Neste workshop, vamos mostrar as etapas do afogamento, como as vítimas devem ser retiradas da água e quais as manobras que precisam ser feitas até que chegue uma equipe de socorro”, explica o coordenador do Comitê de Prevenção da SBAIT, Gustavo Pereira Fraga. “Na ocasião, as pessoas também vão aprender a fazer a Reanimação Cardiopulmonar. A SBAIT tem feito um grande trabalho de divulgação da RCP porque ela é fundamental para salvar a vida do paciente até a chegada do resgate”, completa.

O workshop tem duração de duas horas e meia. Após as orientações teóricas, todos vão para a piscina colocar os ensinamentos em prática. “É preciso ter técnica para retirar da água uma pessoa que está se afogando. Como ela fica desesperada, pode comprometer a segurança de quem está tentando ajudá-la. Neste workshop, as pessoas vão aprender a fazer tudo isso e quais são os primeiros procedimentos que devem ser adotados até que chegue ajuda capacitada”, antecipa um dos organizadores do evento, o orientador da Liga do Trauma Thiago Calderan.

Segundo dados da Sobrasa (Sociedade Brasileiro de Salvamento Aquático), 17 pessoas morrem, em média, por dia no Brasil, vítimas de afogamento. São seis mil pessoas por ano. Esta é a segunda causa de morte na faixa entre 1 e 9 anos; a terceira entre 10 e 19 anos e a quarta, na faixa dos 20 aos 25 anos.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas antecipadamente pelo link https://goo.gl/Pq5nuA . Os participantes devem levar traje de piscina e toalha. As vagas são limitadas.

 SERVIÇO

Workshop de Salvamento Aquático

Dia 21/11/17

Das 12h30 às 15h

Onde: Tênis Clube de Campinas – Rua coronel Quirino, 1376 – Cambuí – Campinas

Inscrições gratuitas (vagas limitadas): https://goo.gl/Pq5nuA

 

Informações à imprensa:

Capovilla Comunicação

Patrícia Capovilla

(19) 99284-1970

News

Litoral de SP registra 15 mortes por afogamento durante feriados de final de ano.

resgate afogamentoDurante o período de Revéillon e Natal de 2013,  foram registradas 15 vítimas de afogamento nas cidades de Guarujá, São Vicente, Itanhaém, Praia Grande, Mongaguá e Ilha Comprida, no litoral de SP.

Segundo os bombeiros, os afogamentos podem ser evitados com medidas simples, como procurar manter a água na cintura, não beber antes de entrar na água e não alimentar-se em demasia.

O coronel Carlos Eduardo Smicelato ressalta que “o banhista tem que ter a consciência de que deve vir a praia e ter um banho seguro”.

A segurança do banhista não depende apenas do Corpo de Bombeiros e sim, principalmente do banhista, que deve evitar a imprudência também na praia para garantir um banho seguro.

Saiba mais:

Feriado de fim de ano teve 15 mortos por afogamento no litoral de SP

Notícia relacionada:

Programa Piscina + Segura alerta sobre a prevenção de afogamentos. 

 

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