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Em dois dias, trânsito mata no Brasil mais pessoas que uma tragédia aérea

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Colisão entre um ônibus escolar e carreta em Ibitinga (SP) deixou 13 vítimas fatais entre estudantes, professores e diretora da escola, além de 24 feridos.

Na semana em que o Brasil deparou-se com mais uma tragédia no trânsito, dessa vez no interior de SP, onde uma colisão entre uma carreta e um ônibus que transportava estudantes e professores de uma escola, deixou 13 mortos e 24 feridos, a Folha de São Paulo divulga dados que apontam que no Brasil, o trânsito mata mais que uma tragédia aérea.

De acordo com os dados mais recentes do DataSUS, foram 44,8 mil vítimas em 2012, sendo que as principais vítimas foram motociclistas (28%) e pedestres (20%), totalizando uma média de 123 vítimas por dia, representando um aumento de 35% em dez anos, o maior desde 1979.

Em comparação, os números de dois dias seriam suficientes para superar a tragédia da TAM, que matou 199 pessoas em 2007.

Alguns fatores são apontados por especialistas para esse aumento, como o crescimento das estatísticas ao aumento da frota, que dobrou em dez anos, sem um reforço compatível na fiscalização, problemas de infraestrutura nas cidades e estradas e na formação dos condutores.

Leia a matéria na íntegra: 

Em dois dias, trânsito mata no Brasil mais pessoas que uma tragédia aérea- Portal Folha de São Paulo ( 29/10/2014)

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Bahia: Caso de engasgo chama atenção para primeiros socorros

Na última terça-feira, (29), uma criança de 4 anos morreu engasgada com o próprio dente durante procedimento odontológico , no município de Ubaitaba, a 380 km de Salvador.

O fato chamou atenção para os primeiros socorros em uma situação como essa. O membro da SBAIT e coordenador do SAMU -Salvador (BA), Dr Ivan Paiva e o enfermeiro Rogério Dourado, mostraram, ao vivo, em entrevista à tv local, as manobras recomendadas para esses casos que podem ser realizadas até a chegada do resgate.

Segundo especialistas, acidentes causados por objetos que caem na garganta ou vias respiratórias são comuns, principalmente em crianças.

Confira a matéria, na íntegra, clicando na imagem e links abaixo:

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Dr Ivan Paiva demonstrando a manobra em adultos. Imagem: G1 Bahia

Morte de criança engasgada chama atenção para os primeiros socorros; saiba o que fazer ( Portal G1 Bahia, 31/07/14)

Criança na Bahia morre engasgada com próprio dente após extração (Portal G1 Bahia, 30/07/14)

 

 

 

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Trânsito mata mais de 5 pessoas por hora no Brasil

trânsitoDados atualizados do Ministério da Saúde mostram que a cada hora o trânsito mata mais de cinco pessoas no País: 46 mil só em 2012. O número revela aumento de 3,4% no total de óbitos nas ruas e estradas do País em relação ao ano anterior.

Revela ainda que em dez anos o número de mortes no trânsito brasileiro avançou 38%: em 2002, ele havia matado 33 mil pessoas.

As estatísticas são as mais recentes do Datasus, sistema que contabiliza os atendimentos médicos feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o País.

Os números mostram aceleração no crescimento do número de mortes no trânsito. Entre 2010 e 2011, o total de mortes havia crescido 1,47%.

Entretanto, o levantamento revela que o problema não é uma epidemia nacional, mas sim fruto de um crescimento acelerado do número de mortes na Região Nordeste do País.

Das 1.498 mortes registradas a mais em 2012 do que em 2011, 1.105 foram nos nove Estados do Nordeste. Essa região concentra apenas 15% dos 76 milhões de veículos existentes no País, conforme os dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), mas responde atualmente por 28% das mortes registradas em acidentes de transporte.

A Região Norte enfrenta situação semelhante. Lá, o crescimento do número de vítimas em acidentes fatais foi de 7,2% de um ano para outro. O grande vilão do quadro são as motocicletas.

Embora concentre a maior parte dos acidentes – naturalmente porque abriga a maior parte da população e da frota de veículos do Brasil – a Região Sudeste obteve uma redução do número de mortes: de 16.466 casos em 2011 para 16.253 em 2012 (1,20%).

É a retomada de uma tendência de queda de mortes observada entre os anos de 2005 e 2007, segundo as estatísticas do SUS.

Em novembro de 2011, uma reportagem do Estado mostrou que, no Norte e Nordeste, regiões que se destacavam como líderes nas mortes do trânsito, as motos já eram usadas até para tocar a boiada em fazendas de áreas rurais. A falta de fiscalização e de formação eram apontadas como os principais problemas.

Atropelamentos

Os dados do Datasus mostram que o número de pessoas atropeladas por carros, motos, ônibus e caminhões no País está em queda. Nos dados fechados de 2012, 8,8 mil pessoas morreram atropeladas no País. Em 2011, haviam sido 9,4 mil mortes. Nos últimos dez anos, a redução foi de mais de mil mortes.

Saiba mais:

Trânsito mata mais de 5 pessoas por hora no Brasil (Portal Uol Notícias, 19/07/14)

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Nas férias escolares, acidentes com crianças aumentam cerca de 20%

Julho é sinônimo de férias escolares e consequentemente, de um aumento nos casos de acidentes com crianças em casa, refletindo em um aumento de cerca de 40% nos atendimentos nos pronto-socorros e 20% pelo Corpo de Bombeiros.

Muitas vezes, em cerca de 90% dos casos, os acidentes poderiam ser evitados com uma maior vigilância por parte dos pais ou cuidadores.

Confira matéria publicada no Jornal Gazeta, de Cuiabá (MT), de 06 de julho, em que o presidente da SBAIT, Dr Gustavo Pereira Fraga, concede entrevista sobre esse tema.

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Mapa da Violência 2014 aponta os acidentes de trânsito e assassinatos como as duas principais causas de mortes entre os jovens no país

mapa da violencia 2014Os acidentes de trânsito e assassinatos são apontados como as duas principais causas de morte de brasileiros de 15 a 29 anos, segundo o mapa da violência 2014, elaborado pela faculdade Latino Americana de Ciências Sociais.

De acordo com a pesquisa, Rondônia é o Estado onde mais se morre no trânsito. Em 2012, foram 47 mortes em acidentes de trânsito para cada 100 mil jovens. Na sequência, aparecem os estados de Piauí e Paraná. Já a maior taxa de homicídios ocorre em Alagoas.

Alagoas e Rondônia são apontados como os dois estados brasileiros mais perigosos para quem tem entre 15 e 29 anos.

Saiba mais:

Mapa da violência 2013 – acidentes de trânsito e motocicletas

Mapa da violência 2014 – Os Jovens do Brasil

Pesquisa aponta principais causas de morte dos brasileiros de 15 a 29 anos (Portal Fantástico / G1, 29/06/14)

 

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Estudo revela trechos críticos que mais ocasionam mortes nas Rodovias Federais

Estudo realizado pela Folha de SP, com base em planilhas da Polícia Rodoviária Federal, revela  que uma a cada cinco mortes em acidentes nas rodovias federais ocorre em trechos que representam somente 2% da malha rodoviária nacional.

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Serra do Cafezal, localizada na rodovia Régis Bittencourt (BR-116), está entre os trechos mais perigosos das Rodovias Federais.

As planilhas detalham todos os acidentes registrados em 2013 nos feriados de Carnaval, Páscoa, Natal e Ano Novo totalizando 14.932 acidentes.

27 pequenos trechos, que possuem entre 30 a 50 km em média cada e totalizam 1200 km, são considerados os mais críticos e representam 21% (163) das 759 mortes ocorridas nas BRs durante os feriados analisados.

Ações que refletem a imprudência do motorista, como excesso de velocidade, ultrapassagens proibidas e desatenção representa 94% do total de colisões com morte nos trechos analisados, são apontadas como as principais causas para as colisões. Caminhões mais potentes, que dificultam as ultrapassagens pelos motoristas,  estão entre outras causas levantadas.

Os trechos mais letais , segundo o estudo, encontram-se na Rodovia Régis Bittencourt , que liga SP a Curitiba. Três outros trechos ficam na Rodovia Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro.

Confira o mapa dos trechos mais perigosos, além de informações detalhadas sobre o estudo:

21% das mortes em estradas federais ocorrem em 2% da malha nacional ( Portal Folha, 14/04/2014)

 

 

 

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CET divulga redução de acidentes fatais em SP

 

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) divulgou nesta quinta-feira (20),  o Relatório Anual de Acidentes Fatais ocorridos na cidade de São Paulo (SP) em 2013.

Segundo o relatório, pela primeira vez em 8 anos foi registrada uma redução no número de acidentes fatais na cidade em todas as categorias. Dados computados pela Polícia Civil em São Paulo registrou  25.560 acidentes de trânsito durante o ano de 2013 envolvendo vítimas, dos quais 6.590 (25,8%) foram atropelamentos e 18.970 (74,2%) acidentes de outros tipos.

Em 2013, o número de mortes no trânsito em São Paulo caiu 6,4% em comparação a 2012, sendo 1.152 mortes, contra 1.231 em 2012. De acordo com a CET, o índice é o menor já registrado desde que a contagem teve início, em 1979.

As mortes de ciclistas em acidentes no trânsito, por exemplo, caíram 32% em 2013 .  Em oito anos, o total de ciclistas mortos caiu 62,4%. As colisões foram a principal causa registrada para os acidentes fatais. 

Segundo a CET, a queda nos números se deve, principalmente ao aumento da fiscalização eletrônica de velocidades e da intensa fiscalização da alcoolemia dos condutores.

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Gráfico: mortes em acidentes de trânsito, segundo o tipo de usuário das vias ( CET)

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Tabela – CET

Saiba mais:

Pela primeira vez em 8 anos o número de acidentes fatais na cidade cai em todas as categorias ( Portal CET – 20/03/14)

SP tem queda histórica de mortes, mas trânsito ainda mata ao menos 3 por dia.  ( Folha de S. Paulo, 20/03/14)

Mortes de ciclistas no trânsito de SP têm queda de 32% em 2013 ( Portal G1, 20/03/14)

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Balanço da PRF registra redução da violência no trânsito nas rodovias durante 2013 e Carnaval 2014.

estradaA Polícia Rodoviária Federal (PRF) apresentou o balanço dos dados da violência no trânsito nas rodovias federais no ano de 2013 e também durante o Carnaval 2014.

A intensificação da fiscalização e as novas tecnologias são apontadas como fatores decisivos para a redução dos números em ambos os períodos.

Balanço 2013 

De acordo com a PRF, foi registrada, em 2013, uma queda de 10% no número de mortes (8415), 8% no índice de feridos (103.559) e 6% na taxa de acidentes (186.474) em relação a 2012.

Os fatores comportamentais são apontados como os maiores responsáveis pelos acidentes de trânsito. Dos acidentes que resultaram em mortes, 1.333 aconteceram por falta de atenção, 939 por velocidade incompatível e 536 por ultrapassagens indevidas.

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Raio – X estradas brasileiras em 2013.
Crédito: Polícia Rodoviária Federal

A colisão frontal é o tipo de acidente que mais matou em 2013, correspondendo a 3% do total de acidentes e 32% das mortes do ano.

A colisão traseira aparece como o principal tipo de acidente, causado principalmente pela falta de atenção, por não se guardar distância de segurança e por se manter uma velocidade incompatível. A maioria dos acidentes aconteceu durante o dia, em retas, com tempo bom e no perímetro urbano. Já os acidentes que resultaram em mortes ocorreram durante a noite, em retas e na área rural.

Verificou-se ainda que os condutores infratores não respeitam os limites de velocidade, fazem ultrapassagens proibidas, não usam o cinto de segurança e não cuidam de seus veículos, sendo as ultrapassagens e excesso de velocidade, as principais causas dos acidentes registrados.

Carnaval 2014

Também foi registrada pela PRF uma redução de 9% no número de acidentes (3201), de 16% na taxa de feridos (1823) e 6% no índice de óbitos (155) durante o feriado de Carnaval, considerado o mais “etílico” do ano.

Os estados de Minas Gerais e Bahia, que concentravam a maioria das ocorrências no Carnaval, apresentaram reduções históricas de 23% e 38% no índice de mortes, respectivamente. Minas Gerais alcançou um recorde nunca antes registrado: três dias (sexta, terça e quarta) sem mortes na maior malha viária do país.

Na opinião de Gustavo Pereira Fraga, presidente da SBAIT, “a educação no trânsito e a fiscalização rigorosa, principalmente identificando e punindo motoristas que dirigem alcoolizados, são medidas efetivas que fazem diminuir o número de eventos com vítimas no trânsito.A SBAIT está criando um Comitê de Prevenção com o objetivo de desenvolver ações para a população a fim de, junto com outros parceiros, contribuir para a reduzir o impacto da doença trauma em nosso país”

 Confira detalhes:

Esforço de fiscalização reduz violência nas rodovias ( Portal Polícia Rodoviária Federal, 06/03/14)

Caem números de mortos, acidentes e feridos em 2013 ( Portal Polícia Rodoviária Federal, 28/02/14)

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Uso do celular ocasiona aumento no número de atropelamentos e indenizações por invalidez

celular ruaÉ cada vez mais comum encontrarmos pedestres utilizando o celular enquanto caminham. Quer seja conversando, trocando mensagens ou navegando na internet, nas calçadas ou até mesmo na faixa de pedestres, o uso do celular pelo pedestre causa distração e, consequentemente, imprudência. Fato comprovado por pesquisas do DPVAT e da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, que apontam o aumento do número de atropelamentos de pedestres. Segundo a pesquisa, 66% dos pedestres entrevistados admitiram que já se distraíram ao atravessar a rua usando o celular.

A consequência é o registro do aumento de casos de invalidez entre os pedestres atropelados. Em cinco anos, o aumento foi de 171% no número de indenizações por invalidez permanente, em atropelamentos.

Outras fontes eletrônicas, como fones de ouvido e viva-voz, também aumentam de 3 a 9 vezes o risco de acidentes tanto entre os motoristas quanto entre os pedestres.

Para pedestres e motoristas, fica o alerta: Trauma é doença e tem prevenção. Mais atenção durante o trânsito pode valer sua vida.

Saiba mais:

Número de atropelamentos aumenta por uso do celular, revela pesquisa ( Bom Dia Brasil, 24/02/14)

Celular com direção tem sido uma praga no Brasil, diz Alexandre Garcia (Bom Dia Brasil, 24/02/14) Blog Vivendo Seguro no Trânsito – Seguro DPVAT, 13/02/14)

Número de indenizações do seguro DPVAT aumenta em 25% no ano de 2013 ( Blog Vivendo no trânsito – DPVAT, 13/02/14)

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Campanha alerta motoristas para a consciência e prudência ao dirigir.

Uma campanha da Agência de Transportes da Nova Zelândia, lançada em 05 de janeiro de 2014, busca conscientizar os motoristas para os potenciais erros que podem ser evitados no trânsito e que podem culminar em graves acidentes.

A mensagem  principal da campanha reforça que ninguém deve pagar por um erro com sua vida. Ao dirigir, o motorista divide a estrada com os outros, por isso a velocidade que opta por viajar não pode deixar margem para qualquer erro potencial. Dessa forma, a campanha alerta os motoristas sobre a maneira como olham e encaram  sua velocidade quando estão dirigindo. Todos cometem e aprendem com seus erros, mas no trânsito, o menor deles pode custar a vida.  Quanto mais alta é a velocidade, menos tempo há para o motorista reagir.

Os motoristas que dirigem regularmente formam o público-alvo da campanha, especialmente os que dirigem “confortavelmente” em alta velocidade, ultrapassando os limites de velocidades estabelecidos e que não consideram essa atitude errada, possuindo a falsa impressão que estão no controle do veículo. A campanha incentiva o público a estar consciente dos outros usuários da estrada e escolher uma velocidade segura. 

Estatísticas

Dados mostram que, na Nova Zelândia,  a velocidade ainda é um fator que contribui para 20% de todos os acidentes fatais e lesões graves nas estradas.

No Brasil, a imprudência impera e eleva os números. Em 2012, cerca de 8,6 mil pessoas morreram em acidentes nas estradas federais, e no trânsito como um todo, são 43 mil mortos por ano.

A Conscientização não possui fronteiras. Confira, abaixo, o vídeo da campanha que vale para a reflexão dos motoristas, em todas as partes do mundo.

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