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Estudo revela trechos críticos que mais ocasionam mortes nas Rodovias Federais

Estudo realizado pela Folha de SP, com base em planilhas da Polícia Rodoviária Federal, revela  que uma a cada cinco mortes em acidentes nas rodovias federais ocorre em trechos que representam somente 2% da malha rodoviária nacional.

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Serra do Cafezal, localizada na rodovia Régis Bittencourt (BR-116), está entre os trechos mais perigosos das Rodovias Federais.

As planilhas detalham todos os acidentes registrados em 2013 nos feriados de Carnaval, Páscoa, Natal e Ano Novo totalizando 14.932 acidentes.

27 pequenos trechos, que possuem entre 30 a 50 km em média cada e totalizam 1200 km, são considerados os mais críticos e representam 21% (163) das 759 mortes ocorridas nas BRs durante os feriados analisados.

Ações que refletem a imprudência do motorista, como excesso de velocidade, ultrapassagens proibidas e desatenção representa 94% do total de colisões com morte nos trechos analisados, são apontadas como as principais causas para as colisões. Caminhões mais potentes, que dificultam as ultrapassagens pelos motoristas,  estão entre outras causas levantadas.

Os trechos mais letais , segundo o estudo, encontram-se na Rodovia Régis Bittencourt , que liga SP a Curitiba. Três outros trechos ficam na Rodovia Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro.

Confira o mapa dos trechos mais perigosos, além de informações detalhadas sobre o estudo:

21% das mortes em estradas federais ocorrem em 2% da malha nacional ( Portal Folha, 14/04/2014)

 

 

 

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Medicina: Novos cursos terão docentes sem pós-graduação

imagem aula de medicinaCom a expansão de cursos de medicina , governo lança projeto para driblar a escassez de professores , aceitando, nas Universidades Federais, professores sem pós-graduação.

O projeto prevê que esses professores , sem mestrado ou doutorado, cursem a pós graduação enquanto lecionam. O formato da pós-graduação terá carga presencial e a distância.

Para o Conselho  Federal de Medicina, há o risco de uma formação desqualificada. Por outro lado, o Ministério da Educação afirma que os cursos terão qualidade, pois os professores sem pós-graduação terão supervisão direta de professores experientes.

Até 2017 o governo pretende aumentar em 65% o número de vagas em medicina devido ao argumento de que faltam profissionais formados na área.

Atualmente, 80% dos professores de medicina nas universidades federais possuem mestrado ou doutorado. O Ministério da Educação já adiantou que nos próximos concursos, a proporção de docentes com formação em pós-graduação deverá ser menor, uma vez que as vagas ofertadas estarão em regiões  onde não há cursos de medicina, portanto, poucos médicos para lecionar.

Saiba em detalhes:

Novos cursos de medicina terão mais docentes sem pós-graduação

 

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Liga organiza Simpósio em Uberaba

O X Simpósio de Urgências Traumáticas e XIII Curso Introdutório à Liga de Cirurgia e Trauma da UFTM contou com a presença de mais de 260 pessoas e aconteceu nos dias 10, 11 e 12 de abril de 2014 na cidade de Uberaba-MG. O Simpósio abrangeu temas atuais relacionados à traumatologia, desde o atendimento de urgência a reabilitação do paciente. As palestras foram proferidas por professores convidados da UFTM e de outras instituições.

Mesa de abertura do evento

Mesa de abertura do evento

Na quinta-feira, dia 10 de abril, ocorreu a abertura do evento com a presença de representantes da coordenação docente e discente da Liga de Cirurgia e Trauma da UFTM e do núcleo de ATLS de Uberaba. O Prof. Dr. Eduardo Crema, coordenador docente e fundador da Liga, apresentou um pouco sobre a  história e atividades da Liga. Em seguida, ocorreram palestras  sobre o atendimento inicial no trauma com o Dr. Eduardo Crema, sobre trauma torácico com  o Dr. João Paulo Vieira dos Santos e sobre o papel da equipe de enfermagem na sala de emergência com o enfermeiro Kleiton Gonçalves do Nascimento.

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Simpósio recebeu grande público

No dia 11 de abril, foram realizadas as atividades com palestras abordando temas como: manutenção das vias aéreas, atendimento pré-hospitalar, trauma abdominal, atuação da fisioterapia no paciente politraumatizado e uso racional dos exames radiológicos no trauma. A Liga de Cirurgia e Trauma ficou muito honrada em receber como palestrante o Dr. Gustavo Pereira Fraga, atual presidente da SBAIT, e espera ter uma participação mais ativa nas atividades oferecidas pela Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado. Também compareceram como palestrantes nesse dia: Dra. Mirian Rizza Campos Reis,  o representante do corpo de bombeiros de Uberaba Daniel Oliveira Batista,  Dr. Marcelo Oliveira Rodrigues da Cunha e  Profa. Dra. Andréa Licre Pessina Gasparini.

Acidente simulado

Acidente simulado

No último dia do evento, realizaram-se demonstrações práticas de como deve ser feito o atendimento a um paciente traumatizado segundo as normas do ATLS. Também foi apresentada uma simulação de resgate com o auxílio da equipe do Corpo de Bombeiros de Uberaba. Para a realização das atividades práticas contamos com a colaboração das enfermeiras da equipe do ATLS de Uberaba e também de médicos da UFTM (Dr. Maxwel Capsy Boga Ribeiro e Dr. Eduardo Crema).

Prof. Crema coordenando o atendimento simulado

Prof. Crema coordenando o atendimento simulado

Alunos da Comissao Organizadora com palestrantes

Alunos da Comissão Organizadora com palestrantes

 

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SBAIT presente no lançamento do Relatório da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, em Brasília.

Nesta segunda-feira (7), foi realizada na sede do Conselho Federal de Medicina (CFM), em Brasília, a solenidade de lançamento do Relatório da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. 

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Coletiva de imprensa para lançamento do relatório. Imagem: CFM

O diretor da SBAIT , Dr. Rodrigo Caselli Belem participou da reunião, que contou com a presença de representantes das entidades e apresentou um relato do cenário das unidades de urgência e emergência de todo o país.

Segue abaixo, release encaminhado pelo Conselho Federal de Medicina sobre o lançamento. Para acessar a íntegra do relatório, clique: Relatório da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados – Urgência e Emergência do SUS.

 

URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

No Dia Mundial da Saúde, Comissão apresenta situação dos hospitais públicos do Brasil

Entidades médicas, parlamentares e membros do Ministério Público e OAB apresentam relatório sobre a situação de oito grandes hospitais de emergências

Pacientes internados em macas pelos corredores ou em colchões sobre o chão e casos que se assemelham aos de uma enfermaria de guerra. Esta é a face cruel da assistência oferecida à população nos principais hospitais públicos de urgência e emergência visitados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), numa ação desenvolvida em parceria com a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM). O relatório final das visitas foi apresentado à imprensa no Dia Mundial da Saúde, 7 de abril, em evento realizado na sede do Conselho, em Brasília. O encontro reuniu autoridades, parlamentares e representantes da sociedade, que chamaram a atenção da sociedade para a necessidade imediata de tomada de decisões para evitar a penalização de pacientes e profissionais.

As informações coletadas relatam a situação de oito hospitais de urgências médicas do SUS: Arthur Ribeiro de Saboya em São Paulo (SP), Souza Aguiar no Rio de Janeiro (RJ); Hospital Geral Roberto Santos em Salvador (BA); Pronto Socorro João Paulo II em Porto Velho (RO); Pronto Socorro Municipal Mario Pinotti em Belém (PA); Hospital de Base em Brasília (DF); Hospital Nossa Senhora da Conceição em Porto Alegre (RS); e Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande (MT). As visitas contaram com o apoio de Conselhos e Sindicatos de profissionais da saúde, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que selecionaram os hospitais visitados a partir do consenso entre as os membros do Grupo de Trabalho constituído na CDHM.

“Foram observados extremos em que a atenção à urgência e emergência apresentava um nível satisfatório, embora ainda com problemas a solucionar, até degradante caso que se assemelhava a uma ‘enfermaria de guerra’, em que além de pacientes internados em macas nos corredores da emergência, havia aqueles internados em colchões sobre o chão”, destaca o documento. Para os membros do GT, em todas as situações ficou evidente que muitos dos problemas compartilhados estão relacionados a questões estruturais do Sistema Único de Saúde (SUS) e que “ferem a dignidade e os direitos dos cidadãos brasileiros, previstos na Constituição Federal”.

RECOMENDAÇÕES – A partir dos resultados do relatório, a Comissão recomendará ao Executivo Federal, aos estados e municípios que, dentre outras providências, adotem efetivamente a Política Nacional de Atenção às Urgências, ampliando a participação no financiamento do SUS; ampliem a abrangência do programa ‘SOS Emergência’, para incluir todos os serviços públicos do país; reduzam a carência de quase 200 mil leitos hospitalares no País e crie mais leitos de apoio e de retaguarda; revisem os valores da Tabela SUS para remunerar a prestação de serviços com dignidade; e evitem a contratação provisória de recursos humanos, privilegiando o concurso público e a contratação pelo regime estatutário.

A CDHM deve ainda requisitar ao Tribunal de Contas da União (TCU) que realize auditorias nos serviços de urgência de todo o país. Em paralelo, a Comissão deverá apoiar a tramitação de proposições que buscam modificar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) – para permitir a contratação de mais profissionais da saúde –, além daquelas que buscam a criação de planos de carreira no serviço público de saúde e que ampliem a participação da União no financiamento do setor, como o Projeto de Lei do Saúde+10, que prevê a destinação de 10% da receita bruta da União para a saúde.

GARGALOS DO SUS – De acordo com o relatório preliminar do GT, os serviços de urgência e emergência enfrentam um duplo gargalo, sendo o primeiro deles o congestionado atendimento e o desconforto na porta de entrada dos serviços. Para esse gargalo, segundo o documento, também contribui a excessiva centralização do atendimento de emergência em poucos serviços, em relação ao tamanho da população e da área territorial de cobertura. Esses mesmos elementos também estão envolvidos no segundo gargalo, que, segundo a Comissão, é a dificuldade em dar solução aos casos de usuários que conseguem ser atendidos. “O resultado é que se gera uma ‘fila’ também para sair do serviço, retroalimentando a situação de carência, pois novos usuários, em princípio, não poderiam ser admitidos até que os outros tivessem seus casos resolvidos”, destaca o documento.

O subfinanciamento do setor também foi apontado pelo Grupo como “a expressão maior da falta de prioridade” dada ao setor, o que obriga as políticas específicas a se adaptarem aos recursos que são disponibilizados. Para expor esse quadro, o GT recorreu a uma recente análise do CFM que, com base em dados do próprio governo, observou que o Ministério da Saúde deixou de aplicar mais de R$ 100 bilhões no SUS ao longo dos últimos 13 anos. Também cita recente análise do Conselho sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), no qual apenas 11% das ações previstas para a área da saúde foram concluídas desde 2011. Das 24.066 ações sob responsabilidade do Ministério da Saúde ou da Fundação Nacional de Saúde, pouco mais de 2.500 foram finalizadas até dezembro de 2013.

Assessoria de Imprensa-  Conselho Federal de Medicina

Acesse também:

No Dia Mundial da Saúde, Comissão apresenta situação dos hospitais públicos do Brasil ( Portal CFM, 07/04/2014)

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SBAIT participa de Oficina de Urgência e Emergência da ABEM

Foi realizado na Escola Bahiana de Medicina, em Salvador, nos dias 3, 4 e 5 de abril de 2014, o 6º Congresso Nordestino de Educação Médica (CONEM). O evento foi organizado pelas Escolas Médicas da Bahia e a Regional Nordeste da Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM).

Vários associados da SBAIT participaram da Oficina.

Vários associados da SBAIT participaram da Oficina

Em continuidade ao subprojeto “Situação do ensino de urgência e emergência nos cursos de graduação de medicina” do PROJETO ABEM 50 ANOS – DEZ ANOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA, da ABEM, foi organizada a “Oficina de Urgência e Emergência”, com a participação da presidente da ABEM, Profa. Jadete B. Lambert e professores de instituições de ensino superior de diferentes estados do Brasil, totalizando 70 pessoas.

Prof. Jadete Lampert (presidente da ABEM) na abertura da Oficina

Prof. Jadete Lampert (presidente da ABEM) na abertura da Oficina.

A oficina foi coordenada por Gustavo P. Fraga (Unicamp) e Gerson Alves Pereira Jr. (FMRP USP), respectivamente presidente da SBAIT e diretor da SBAIT-SP. Vários sócios da SBAIT estiveram presentes: André Gusmão (UFBA), Jorge C. M. Curi (Unicamp / Associação Médica Brasileira), José Mauro S. Rodrigues (PUC SP Sorocaba), Marcelo Ribeiro (UNISA), Ricardo A. T. Gonsaga (FAMECA Catanduva). Ricardo Breigeiron (PUC RS) e Rogério F. Schneider (ULBRA Canoas RS).

Na oficina foram feitas várias recomendações para o ensino de urgências e emergências nas escolas médicas que serão enviadas para apreciação da diretoria da ABEM e divulgadas em breve.

Professores de diferentes faculdades estiveram presentes.

Professores de diferentes faculdades estiveram presentes.

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Atendimento Pré-Hospitalar é um dos temas em destaque do TRAUMA BoleTEAM 5

A edição do TRAUMA BoleTEAM número 5 já está lançada e traz como destaque o atendimento pré-hospitalar , uma abordagem sobre o cenário atual, desafios e perspectivas da área com contribuição do Dr Rodrigo Caselli Belém, coordenador do SAMU-DF e diretor da SBAIT e que assina o editorial dessa edição.

As novas tecnologias utilizadas pelo Pré-Hospitalar também são apresentadas em entrevista com Dr Luciano Eifler ( SBAIT-RS).

O Curso Internacional de Resposta Médica Avançada em Desastres via telemedicina que tem reunido Centros de todo o país desde fevereiro, a criação do Capítulo SBAIT-PR,  assim como diversos eventos apoiados e realizados pela SBAIT são outros destaques dessa edição do TRAUMA BoleTEAM, que foi ampliado e conta agora com 16 páginas.

Confira a versão online acessando: TRAUMA BoleTEAM edição 5

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Estudantes de medicina terão exame obrigatório a cada dois anos

etudiant-medecine-300x200O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, nesta quinta-feira (3), alterações nas diretrizes curriculares do curso de medicina nesta quinta-feira. Com isso, a partir de 2016, os estudantes deverão realizar a cada dois anos , exames obrigatórios que avaliarão o conhecimento adquirido durante o curso. Além disso, o CNE também sugeriu que 30% da carga horária do estágio deverá ser cumprida na rede pública de saúde.

A avaliação bienal será aplicada pelo Inep, órgão do Ministério da Educação e o resultado dos exames serão classificatórios para o ingresso na residência.

Para entrar em vigor, a nova regulamentação, que não se aplica aos estudantes já matriculados em  cursos de medicina,  precisa a, ser confirmada pelo ministro da educação, Henrique Paim.

Saiba mais:

Estudantes de medicina terão exame bienal obrigatório em 2016 ( Folha de São Paulo, 04/04/14)

Estudantes de medicina terão exame obrigatório a cada dois anos ( portal G1, 04/04/14)

 

 

 

As mudanças foram sugeridas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) que aprovou alterações nas diretrizes curriculares do curso de medicina nesta quinta-feira (3). Para entrar em vigor, as mudanças precisam ser homologadas pelo ministro da Educação, José Henrique Paim, e não há previsão de data.

A avaliação bienal será aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para medir o conhecimento adquirido pelo aluno no final do segundo, quarto e sexto anos do curso, antes da residência médica.

Segundo o CNE, o baixo desempenho na prova não vai impedir que o estudante passe para a etapa seguinte do curso, mas ele será classificatório para o ingresso na residência.

A carga horária de 30% na rede pública de saúde é referente ao estágio, obrigatório a grande parte dos universitários, e não é referente à residência médica. No curso de medicina, os alunos têm de cumprir 35% da carga horária fazendo estágio. O CNE sugere que 30% deste tempo seja destinado a atividades na rede pública de saúde. Hoje não há um porcentual mínimo definido.

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Vídeo apresenta o Sistema de Comando de Incidentes na Colômbia

Na quarta-feira (2), o  Major Juan Carlos Gomez-Rodriguez, Cirurgião de Trauma, Chefe do Departamento de Emergência do Hospital Militar Central e Integrante do Grupo Avançado de Cirurgia do Exército Nacional da Colômbia, apresentou a aula  “Sistema de Comando Intra Hospitalar e Simulações em Desastres” no Curso Internacional de Resposta Médica Avançada em Desastres via telemedicina.

A fim de exemplificar a importância de um Sistema de Comando Estruturado no caso de ocorrências de Desastres com múltiplas vítimas, apresentada durante a aula, o Major Juan compartilhou conosco um vídeo em que  ” Charlie, o  Comandante de Incidente ante una emergência o desastre”, mostra como o Sistema de Comando de Incidente é estruturado e aplicado na Colômbia.  O vídeo é uma realização do Hospital Militar Central de Bogotá e Universidad Militar Nueva Granada.

Confira, clicando na imagem abaixo:

Video Charlie

 

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Sistema de Comando Intra Hospitalar e Simulações em Desastres, na oitava aula do Curso Internacional de Resposta Médica Avançada em Desastres

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Centros de Diversas regiões do país participaram da oitava aula do Curso

Nesta quarta-feira (02), o Curso de Resposta Médica Avançada em Desastres contou com a presença do convidado internacional Major Juan Carlos Gomez-Rodriguez, Cirurgião de Trauma, Chefe do Departamento de Emergência do Hospital Militar Central – Bogotá – Colômbia e Integrante do Grupo Avançado de Cirurgia do Exército Nacional da Colômbia.

Apresentando o tema: “Sistema de Comando Intra Hospitalar e Simulações em Desastres”, Dr Juan apresentou pontos importantes em situações de desastres, como a estruturação de um sistema de comando intra hospitalar e a importância de treinamento e simulação para essas

frase kofi

Frase apresentada pelo Major Juan em sua aula

ocorrências.

Dr Juan também compartilhou com os participantes durante a aula,  a experiência do Exército colombiano em desastres e terrorismo.

Para saber mais, acesse o Vídeo ” Charlie – Comandante de Incidente ante una emergência o desastre”, do Hospital Militar Central de Bogotá e Universidad Militar Nueva Granada.

Participaram da oitava aula, os Centros:

UFSC (SC), UJFJ ( Juiz de Fora-MG), HULW-UFPB ( João Pessoa-PB), Hospital José Frota ( Fortaleza-CE), UFTM (Uberaba – MG) , Hospital das Clínicas -UNICAMP ( Campinas – SP),  UFU (Uberlândia -MG), Hospital Miguel Arraez – (Recife- PE), Hospital Risoleta Neves ( MG) e Unifesp – HSP ( São Paulo- SP).

O curso é realizado em parceria com a SPT (Sociedade Panamericana do Trauma) e RUTE (Rede Universitária de Telemedicina) e abordará temas relevantes para o atendimento em desastres, como resposta psicológica, agentes radioativos, biológicos e químicos,  entre outros.

As aulas ocorrem sempre às quartas-feiras, das 11h30 às 13h00. Os inscritos recebem o Manual de Resposta Médica Avançada.

A próxima aula será dia 09/04 . Saiba como inscrever seu Centro clicando aqui.

 

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Representantes de 80 nações participarão do “WORLD TRAUMA CONGRESS”

estes15th ECTES e 2nd World Trauma Congress,  organizados pela European Society for Trauma and Emergency Surgery (ESTES)German Society of Trauma Surgery (DGU) e pela World Coalition for Trauma Care, com a participação do American College of Surgeons Committee on Trauma e mais de 60 sociedades de trauma em todo o mundo, irão se reunir em Frankfurt Alemanha, de 24 a 27  de maio.

A SBAIT, responsável pela organização da primeira edição do World Trauma Congress, está organizando uma sessão nesse congresso e espera contar com a presença de muitos brasileiros no evento.

Representantes de mais de 80 países participarão do congresso, onde especialistas nas áreas de atendimento ao trauma , emergência e cuidados intensivos  e cirurgia militar discutirão as melhores práticas e inovações em atendimento ao trauma .

O programa científico incluirá 233 palestrantes internacionais, 353 apresentações de trabalhos e 342 apresentações de pôsteres.

O presidente do Congresso, Prof Ingo Marzi , MD, diretor do departamento de trauma, cirurgia de mão e reconstrutiva da Universidade de Frankfurt e chefe do comitê científico do DGU , conduzirá a conferência.

Várias sessões no congresso serão focadas sobre as 1,3 milhões de mortes no trânsito que ocorrem no mundo a cada ano.

Para mais informações e inscrições online para o congresso , acesse:   http://www.ectes2014.org/

 

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